sábado, 23 de abril de 2011

A um jogo do bi: Grêmio vence e vai à final do returno

Campeão do primeiro turno, Tricolor espera Inter ou Juventude para, se vencer, antecipar a conquista do Gauchão

por GLOBOESPORTE.COM
gol Grêmio (Foto: Wesley Santos / Pressdigital)Gremistas comemoram: títulos está mais próximo
(Foto: Wesley Santos / Pressdigital)
São noventa minutos para manter o trono do Gauchão. O Grêmio venceu o Cruzeiro por 3 a 2 no gramado sintético do Passo D’Areia na noite deste sábado e garantiu presença na final do returno do Estadual. Como já venceu o primeiro turno, o Tricolor será campeão estadual caso vença Inter ou Juventude no próximo fim de semana. Se perder, irá para a disputa da finalíssima estadual, contra o campeão do returno.
Foi um jogo sem graça no primeiro tempo e extremamente movimentado na etapa final. Os gols do Grêmio foram marcados por Leandro, Willian Magrão e Rafael Marques. Por duas vezes, o Cruzeiro buscou o empate, com Claudinho e Léo Maringá. A defesa tricolor apresentou muita fragilidade em jogadas aéreas. Os dois gols do time estrelado saíram assim.
A definição do adversário azul na final do segundo turno é neste domingo, quando Juventude e Inter medem forças em Caxias do Sul. Nesta terça-feira, o Tricolor volta a campo, mas pela Libertadores. Pega o Universidad Católica, do Chile, no Olímpico, em duelo válido pelas oitavas de final da disputa continental.

Depois da tempestade, a bonança
Minuto 33: Victor desaba no gramado, com cara de dor, com a mão esquerda servindo de apoio para o ombro direito. O goleiro titular logo recebe uma faixa e uma tipoia no local lesionado. Sai de campo. São momentos de preocupação.
Minuto 41: Borges, até então sumido no jogo, acerta lançamento precioso para Leandro, que dispara com a bola, corta o zagueiro e manda o chute. Gol do Grêmio. São momentos de alívio.
Depois da tempestade, veio a bonança para o Grêmio no primeiro tempo do jogo deste sábado chuvoso em Porto Alegre. Foi uma partida sem graça até o terço final da etapa. O lance envolvendo Victor, que se chocou com Mauro ao saltar para abafar um cruzamento, pareceu ter levado eletricidade ao jogo. Até ali, o Tricolor era melhor, tinha solidez defensiva (resultado da presença de três volantes, com Willian Magrão no meio e Lúcio como lateral-esquerdo), controlava o duelo, mas sem criar grandes chances de gol. E aí Leandro marcou. E outros poderiam ter saído.
Adílson arriscou a gol duas vezes. Em uma delas, quase da intermediária, esteve a milímetros de marcar um golaço. A bola foi desviada pelo goleiro Fábio e explodiu no travessão. Quase. Gabriel, pegando rebote após bate-rebate na área, também levou perigo ao time estrelado.
Idas e vindas no segundo tempo
O segundo tempo foi bem melhor. Teve lances. Teve gols. Teve idas e vindas. Teve pinta de jogo decisivo, ao contrário dos 45 minutos iniciais.
A ação começou com o Cruzeiro. No primeiro minuto, Claudinho subiu muito mais alto (imagina se fosse Claudião...) do que Rafael Marques e mandou o cabeceio. Gol dos estrelados em uma cena que se repetiria depois.
O Grêmio voltaria a ficar na frente. Foi com Willian Magrão, aos seis minutos. O volante, sempre boa opção ofensiva, arriscou chute a gol. A bola desviou na zaga antes de entrar. Estava conquistada uma vantagem que poderia ter ficado melhor se o árbitro Vinícius Costa da Costa tivesse marcado pênalti de Claudinho em Borges.
O Cruzeiro estava forte na partida. Mauro levou a melhor em disputa com Rafael Marques e Rodolfo e mandou na trave de Marcelo Grohe. Era o ensaio para o gol, porque Léo Maringá, pouco depois, voltaria a empatar. E em jogada aérea, como no primeiro gol. Cruzamento da direita, cabeceio do meia: 2 a 2 no Passo D’Areia.
E o jogo não parava. O Grêmio teve nova reação. O cruzamento para a área desta vez foi bom para o time tricolor. Rochemback lançou para Rafael Marques entrar de carrinho e recolocar a equipe de Renato Gaúcho na frente. A vitória se aproximava, auxiliada pela expulsão de Alberto, do Cruzeiro.
O Grêmio teve 15 minutos para controlar a partida. E conseguiu, sem sustos, sem sobressaltos, para ficar a um jogo do bicampeonato estadual.

CRUZEIRO 2 X 3 GRÊMIO
Fábio, Márcio, Claudinho, Sandro e Tinga; Alberto, Almir, Léo Maringá (Juninho Botelho) e Diego Torres (Faísca); Jô e Mauro (Rafael). Victor (Marcelo Grohe), Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo e Lúcio; Fábio Rochemback, Adílson, Willian Magrão e Douglas; Leandro (Lins) e Borges (Carlos Alberto).
T: Leocir Dall'Astra T: Renato Gaúcho
Estádio: Passo D'Areia, em Porto Alegre. Data: 23/04/2011. Árbitro: Vinícius Costa da Costa. Auxiliares: Júlio César Rodrigues dos Santos e Alexandre Kleiniche.
Gols: Leandro, aos 41 minutos do primeiro tempo; Claudinho, a um, Willian Magrão, aos seis, Léo Maringá, aos 16, e Rafael Marques, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Alberto, Márcio (Cruzeiro). Cartão vermelho: Alberto
 
 
corinthians vence o Oeste por 2 a 1

Timão mostra raça para superar falha do goleiro Julio Cesar e avançar às semifinais do Paulistão com um golaço de Willian

por Carlos Augusto Ferrari
O dragão não parecia ser tão feroz quanto aquele que a história conta, mas o Corinthians precisou ser guerreiro como São Jorge para chegar às semifinais do Campeonato Paulista. No dia de seu padroeiro, o Timão teve de enfrentar uma verdadeira guerra para vencer o Oeste por 2 a 1, nesta noite de sábado, no Pacaembu, pelas quartas de final. Salve, Jorge! Salve, Willian, autor do gol salvador!
O jogo parecia fácil depois que Liedson colocou o Alvinegro em vantagem logo aos nove minutos. Entretanto, uma falha de Julio Cesar (gol de Fábio Santos) nos acréscimo da etapa inicial transformou a partida em um drama. Mas, com as armas de seu santo guerreiro, o Timão criou inúmeras chances e viu o Oeste salvar duas bolas sobre a linha até que Willian, em um golaço, manteve a equipe viva na briga pelo título.
Agora, o domingo será de descanso e observação para os alvinegros. O clube aguarda pelo vencedor do confronto entre Palmeiras e Mirassol, às 18h30m, também no Pacaembu, para conhecer seu adversário na próxima fase. Do outro lado, o Peixe derrotou a Ponte Preta e espera por São Paulo e Portuguesa.
Veja aqui os cruzamentos da fase final do Paulistão
Timão marca no início, mas Julio Cesar falha no fim
O temor do Corinthians em esbarrar na retranca do Oeste não demorou a acabar. Com apenas um jogador no ataque, o clube do interior tentou se defender, mas cometeu falhas na marcação, principalmente dando muito espaço no meio de campo. Foi por lá que o Timão ficou em vantagem logo aos nove minutos. Em velocidade, Paulinho recebeu passe de letra de Dentinho e lançou para Liedson bater com precisão na saída do goleiro Fábio.
GALERIA DE FOTOS: Veja as imagens da vitória corintiana
A vantagem no início permitiu que o Corinthians controlasse bem o nervosismo e administrasse o placar. Como o adversário não conseguia atacar, o Timão aproveitou para continuar pressionando. Aos 29, quase o segundo gol. Dentinho foi lançado na área e, caído, tocou para Liedson. Sem ângulo, o atacante rolou para trás, Bruno César chutou e a zaga cortou sobre a linha de gol.
Liedson gol Corinthians (Foto: Ag. Estado)Liedson abriu o placar para o Timão (Foto: AE)
O buraco apresentado no meio de campo defensivo do Oeste continuou permitindo que o Corinthians chegasse com tranquilidade. Liedson, sempre com ótima movimentação entre os zagueiros, por pouco não fez outro, aos 37. Ele recebeu lançamento na área sem marcação, mas foi travado pelo goleiro Fábio na hora da finalização.
Quando o primeiro tempo parecia terminar com a vantagem alvinegra, o Oeste chegou ao empate em uma bobeada do sistema de marcação. Após desvio no meio de campo, Fábio Santos recebeu a bola pela esquerda e, na entrada da área, soltou uma bomba. A bola tocou no chão, Julio Cesar falhou e a etapa inicial acabou 1 a 1.
Pressão no segundo tempo
Apesar do ímpeto ofensivo, o Corinthians voltou desorganizado para o segundo tempo, irritando a torcida. Dentinho, que passou mal em campo, deu lugar a Willian, e o Timão apostou mais na vontade do que na tática para chegar ao ataque. Foi o lateral-direito Alessandro quem quase fez o segundo, aos sete minutos, pegando rebote da zaga e chutando forte para bela defesa de Fábio. Em seguida, Liedson não alcançou um cruzamento rasteiro vindo do lado direito.
A velocidade de seus atacantes deu ao Corinthians os espaços necessários para sufocar. Aos 13, por um milagre não saiu o segundo gol. Liedson disparou pela esquerda e chutou forte para Fábio espalmar. No rebote, sem goleiro, Bruno César finalizou e o zagueiro Paulo Miranda salvou o Oeste em cima da linha.
Willian gol Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Willian entrou e fez o segundo gol do Corinthians
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Era questão de tempo para o Timão voltar à vantagem no placar. E ela veio em grande estilo, aos 19 minutos. Willian foi lançado por Chicão, aplicou um drible da vaca no marcador e, já na área, soltou um foguete no ângulo esquerdo de Fábio. Explosão alvinegra de alívio no Pacaembu.
O técnico do Oeste, Luis Carlos Martins, colocou seu time no ataque - tirou um lateral (Dedê) e um volante (Márcio Passos) para colocar dois atacantes (Reinaldo e Mazinho). Mas o Timão continuava ditando o ritmo do jogo, sem sustos.
No fim, o técnico Tite ainda tirou Jorge Henrique (aniversariante do dia) e Bruno César para colocar Danilo e Morais, dando ritmo de jogo aos seus reservas.
O Oeste arriscou até com o goleiro Fábio indo para a área corintiana, na base do desespero. Sem criatividade, porém, o time de Itápolis nem chegou a assustar o torcedor corintiano.
CORINTHIANS X OESTE
Julio Cesar, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Bruno César (Morais) e J. Henrique (Danilo); Dentinho (Willian) e Liedson. Fábio, Dedê (Reinaldo), Cris, Paulo Miranda e Fernandinho; Adriano, Dionísio, Marino, M. Passos (Mazinho) e Roger; Fábio Santos (Alex Willian).
Técnico: Tite. Técnico: Luis Carlos Martins.
Gols: Liedson, aos 9, e Fábio Santos, aos 46 minutos do primeiro tempo; Willian, aos 19 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Jorge Henrique (Corinthians); Adriano e Fábio Santos (Oeste)
Data: 23/04/2011 Local: Pacaembu, em São Paulo. Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho.
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Anderson Jose de Moraes Coelho.
Público: 28.025 pagantes. Renda: R$ 932.511,00
 
 
 
 
 
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Técnica dos Meninos da Vila supera a força da Macaca. Peixe na semifinal

Neymar, com uma bomba de pé esquerdo, resolveu a parada para o Santos, que, agora, aguarda o vencedor de São Paulo e Portuguesa

por Adilson Barros
O Santos é o primeiro semifinalista do Campeonato Paulista. A técnica dos Meninos da Vila e o pé esquerdo certeiro de Neymar prevaleceram sobre a vontade da Ponte Preta, que, bem na hora do mata-mata, sofreu sua única derrota para um time grande do estado neste Paulistão. Com o triunfo por 1 a 0, o Peixe agora espera o vencedor de São Paulo e Portuguesa, que se enfrentam neste domingo, às 16h (horário de Brasília), na Arena Barueri.
A vitória santista foi conquistada com todos os titulares em campo. Muricy Ramalho não quis saber de poupar ninguém para o primeiro duelo das oitavas de final da Taça Libertadores contra o América do México, quarta-feira (21h50m de Brasília), na Vila. A ideia era dar entrosamento a uma formação que só havia sido usada uma vez - na vitória por 3 a 1 sobre o Deportivo Táchira-VEN, quarta-feira passada, no Pacaembu. Deu certo. O Santos mostrou bom futebol no primeiro tempo e poderia ter liquidado a fatura com mais facilidade. Diminuiu o ritmo no segundo e levou alguns sustos, como uma bola na trave. Mas, no geral, mostrou-se superior à Ponte e mereceu a classificação às semifinais do Paulistão.
Veja aqui os cruzamentos do mata-mata do Paulistão
A bomba de Neymar

O Santos começou o jogo meio sonolento, perdendo divididas, sem muita movimentação. Assim, era presa fácil para a forte marcação da Ponte Preta. O primeiro lance de perigo do jogo saiu exatamente em uma cochilada da equipe santista. Aos 4 minutos, Arouca entregou a bola de graça para Renatinho, jogador mais perigoso da Macaca. Ele agradeceu o presente, partiu em velocidade em direção ao gol, invadiu a área, armou o chute. Os torcedores santistas fecharam os olhos. O gol parecia certo. Não era. O camisa 10 da Ponte chutou forte, mas Rafael, bem posicionado, defendeu. O camisa 1 ainda deu rebote, mas Renatinho não conseguiu dominar.
A ótima chance desperdiçada abateu os visitantes e fez acordar o poderoso time santista. Jogando como gosta - em velocidade, toques rápidos e curtos, sempre em direção ao gol - o Peixe foi empurrando a Ponte Preta para seu campo e começou a ameaçar. Primeiro numa cobrança de Elano, aos 10. Bruno defendeu em dois tempos. Depois, aos 13, quando Neymar recebeu de Ganso pela esquerda e chutou com perigo. A bola passou raspando a rede pelo lado de fora.
GALERIA DE FOTOS: Clique aqui e veja as imagens da vitória santista na Vila
O gol santista parecia inevitável. A Ponte não era nem arremedo do papão de gigantes que foi na primeira fase, quando bateu Corinthians, Palmeiras, São Paulo e empatou com o Peixe. Muitos erros de passe, absoluta falta de criatividade e velocidade. E começou a dar espaços para o adversário, o que acabou sendo um erro mortal. Aos 20, Neymar aproveitou uma bobeira da zaga da Macaca, roubou a bola, tocou para Elano e se posicionou para receber na entrada da área, pela esquerda. O passe veio redondo. O astro alvinegro cortou para a perna esquerda e chutou forte, acertando o ângulo direito alto de Bruno. Golaço.
Com o jogo sob controle, o Santos buscou tocar a bola, fugindo das divididas, esperando uma nova brecha para marcar o segundo. A estratégia só não deu certo aos 39 porque Danilo, que arrancou livre pelo meio, demorou para dar sequência à jogada. Ele tinha Neymar pela direita e Zé Eduardo pela esquerda. Optou pelo segundo, mas o toque saiu forte demais. Zé até conseguiu dominar, mas já estava marcado.

Neymar Santos x Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar fez o gol do Santos na vitória sobre a Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Peixe segura a Ponte e a vaga
Como ocorreu no primeiro tempo, o Santos começou preguiçoso, com algumas peças estáticas, fugindo de divididas, sem colocar o pé. Os jogadores da Ponte passavam pelos marcadores santistas como se eles fossem cones. Elano, principalmente, parecia ter desistido do jogo. Ganso, que deveria tirar o Peixe do sufoco, segurando a bola, tentando um passe para desafogar, estava apagado, anulado por Mancuso. Dessa forma, Neymar e Zé Eduardo, isolados lá na frente, só viam a bola de longe.
Mas o Santos tem jogadores de muita qualidade que, quando resolvem jogar, levam perigo a qualquer equipe. Como a Ponte, apesar do domínio inicial, não chegou a criar uma chance muito clara de gol, o Peixe acordou e tratou de dar emoção ao jogo. Aos 14, Elano tenteu o cruzamento e a zaga afastou. A bola caiu no pé direito de Neymar, que cortou o marcador e bateu colocado de pé esquerdo. Bruno voou e espalmou. Aos 22, lance preocupante. Léo, numa dividida com o lateral-direito Guilherme, da Ponte, levou forte pancada no joelho esquerdo e deixou o gramado sentindo dores. Foi substituído por Alex Sandro. Veja a lesão de Léo no vídeo ao lado.
O Santos tinha espaço e conseguia armar jogadas, mas faltava alguém para completar as jogadas armadas por Ganso ou Neymar. Ficou evidente que o Santos hoje não tem um camisa 9 à altura do restante da equipe. Zé Eduardo tem seus lampejos, mas exibe dificuldades para dominar a bola. Após irritar os santistas, ele saiu para a entrada de Keirrison, que manteve o padrão do titular.
Essas chances perdidas despertaram o apetite da Macaca. Aos 34, Rômulo chutou forte de direita e carimbou a trave de Rafael. A Ponte foi para o tudo ou nada. O técnico Gilson Kleina, que já havia colocado Rômulo, tirou ainda o volante Mancuso e o lateral-direito Guilherme para colocar o meia Renan e o ala ofensivo Eduardo Arroz. Ao mesmo tempo em que era mais veloz e ameaçadora, a equipe campineira também tinha um enorme buraco entre a defesa e o meio de campo. Nesse espaço, o Peixe dominava a bola e gastava o tempo.
Aos 44 minutos, a chance para matar o jogo. Ganso, de costas, acertou um lançamento primoroso para Neymar, que arrancou pela direita e cruzou para Keirrison. O atacante estava livre. Era só dominar e chutar para o gol. O domínio foi correto, mas a finalização, não. Por sorte do Santos e azar da Ponte, não havia mais tempo para muita coisa.
SANTOS 1 X 0 PONTE PRETA
Rafael; Jonathan, Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Arouca, Danilo, Elano (Adriano) e Ganso; Neymar e Zé Eduardo (Keirrison) Bruno, Guilherme (Eduardo Arroz), Leandro Silva, Ferrón e João Paulo; Mancuso (Renan), Josimar, Gil e Válber; Renatinho e Márcio Diogo (Rômulo).
Técnico Muricy Ramalho Técnico Gilson Kleina
Gols: Neymar, aos 20 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Leandro Silva, Válber, Gil (Ponte Preta), Arouca, Danilo (Santos)
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP). Data: 23/4/11. Árbitro: Rodrigo Braghetto. Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Fábio Luiz Freire. Assistentes adicionais: Paulo Roberto de Sousa Júnior e Leandro Bizzio Marinho. Público e renda: 11.225 pagantes/R$ 402.740,00
 
 
 
 
 
 
 

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