sexta-feira, 15 de abril de 2011


Árbitros ganham torcida organizada no Peru

por Raphael Martins em 14.abr.2011 às 19:44h
Um grupo de torcedores peruanos resolveu inovar. Eles não vão ao estádio para torcer por um clube em específico, seu objetivo é apoiar os árbitros. Tal como os apitadores, o grupo vai ao estádio vestido de preto e alguns inclusive se fantasiam de cartão amarelo e vermelho.
Com direito a batucada, bandeiras e muita empolgação, eles passam os 90 minutos gritando o nome do árbitro que está trabalhando no jogo em questão. O vídeo abaixo foi feito no último dia 3 de abril, na partida entre San Martín e León, pelo Campeonato Peruano.
“La hinchada del árbitro” inclusive tem uma página no facebook. O grupo já tem 880 simpatizantes na rede social. O lema é “Apoyamos a los que otros no apoyan”, ou seja, “Apoiamos àqueles que os outros não apoiam”.

Raúl vai para a galera

por gabriel em 13.abr.2011 às 18:30h
Mesmo no alto de seus 33 anos e com três títulos de Liga dos Campeões no currículo, o espanhol Raúl González era o mais eufórico jogador do Schalke 04 após a vitória por 2 a 1 sobre a Inter de Milão, que colocou o clube alemão pela primeira vez na semifinal da maior competição europeia.
Vibrando como um menino, Raúl partiu para as arquibancadas do Arena AufSchalke e cumprimentou os torcedores do Schalke pessoalmente, aproveitando para comandar os cânticos que embalaram a bonita festa.

Príncipe africano joga na Espanha

por Joana Bueno em 12.abr.2011 às 14:25h
O Almenara, clube de um dos campeonato regionais equivalentes à Quarta Divisão espanhola, a Regional Preferente de la Comunidad Valenciana, tem, em seu ataque, o príncipe Saunday Baala, herdeiro do trono de Zongo, região de Gana.
Baala fugiu de seu país natal há três anos, depois que seu pai foi assassinado em uma tentado.
- Vivo na Espanha há três anos. Em Gana, me tratavam bem, até assassinarem meu pai, e tudo mudou para pior – declarou o príncipe atacante.
Sunday Baal é atacante do Almenara (Crédito: Divulgação/AS)
Agora com 19 anos de idade, o ganês foi adotado por uma família espanhola, depois de chegar ao país, e vive em Castellón, onde joga no Almenara e estuda jardinagem. Sua mãe e sua irmã ainda vivem em Gana, mas não em Zongo.
- Tenho muitas saudades do meu país, mas não quero voltar agora. Se puder, vou voltar para recolher as coisas do meu pai, mas não sei o que acontecerá no futuro – disse Baala.
Com 44 pontos em 29 partidas, o Almenara está em sexto lugar na classificação de seu grupo da Regional Preferente. Os três primeiros colocados de cada um dos quatro grupos disputam um lugar na Terceira Divisão espanhola.

Torcida do Peñarol exibirá a maior bandeira do mundo em jogo da Libertadores

por Raphael Martins em 12.abr.2011 às 12:09h
Depois de três meses de esforço a torcida do Peñarol vai exibir nesta terça-feira, contra o Independiente, no Estádio Centenário, a maior bandeira do mundo. Com 15 mil m² ela foi feita por uma das “barras” do clube uruguaio, a “Barra Amsterdã”. A torcida tem esse nome por ocupar a Tribuna Amsterdã do tradicional estádio de Montevidéu.

O custo total da extravagância foi de US$ 33 mil (cerca de R$ 52 mil). São necessárias 250 pessoas para carregar o bandeirão, que em sua estreia deve pousar nas arquibancadas do Centenário de helicóptero.

Bandeirinha agredido por trás na Ucrânia

por Raphael Martins em 08.abr.2011 às 12:57h
É certo que a paixão do torcedor às vezes passa dos limites, mas nada
justifica a agressão no futebol. Mas a agência Unian, da Ucrânia,
divulgou um vídeo que mostra um fã incondicional do Dínamo de Kiev dando
um chute no árbitro auxiliar Richard Liesveld, holandês que fez parte do
trio que comandou o jogo entre os ucranianos e o Braga, pela Liga Europa.

Sergiy Zaborovskyi, conhecido como Paramon, é um dos torcedores mais
fanáticos do Dínamo. É ele que aparece correndo para tentar acertar
Liesveld. Tudo bem que não pega em cheio, e o bandeirinha chega a olhar
desconfiado para trás, sem entender o que acontece, antes de voltar para
os vestiários após o apito final.
O atacante Shevchenko foi expulso durante a partida – o que gerou muitos
protestos por parte da torcida local. A Uefa vai analisar os relatórios
do árbitro para ver que punição aplicar no Dínamo, que ficou no 1 a 1
com o Braga dentro de casa, no jogo de ida das quartas de final da Liga
Europa.

Pênalti com paradinha é coisa do passado… Com salto mortal é muito melhor!

por Guilherme Bastilho em 08.abr.2011 às 9:01h
Esse vem da Suíça. O jovem Joonas Jokinen tem feito sucesso na rede após o incrível pênalti que cobrou na partida entre seu time, o FC Baar, e o FC Sempach, das divisões inferiores do país. O garoto cobra normalmente, até aí tudo bem… O que importa mesmo é o que vem depois… Dá uma conferida:

O cara simplesmente dá um salto mortal na sequência do chute. Espetacular. O lance, claro, já transformou Joonas em uma celebridade da internet.
E aí, gostou? Melhor o mortal ou a paradinha? Comente!

O Riquelme holandês completará três anos

por Raphael Martins em 07.abr.2011 às 18:45h

Domingo que vem o pequeno Riquelme holandês irá completar três anos de idade. O bebê é filho de um fanático pelo Boca Juniors, morador da cidade de Breda, a 90 quilômetros da capital Amsterdã. Além do nome a outra curiosidade é o sobrenome do garoto: Van Gool.
A história começou quando o holandês Ben Van Gool estava a trabalho na Argentina quando conheceu Clyde Silvagni, também holandesa. Eles se casaram e viveram em Vicen López, na Grande Buenos Aires. Dois anos e meio depois foram para a Holanda, morar em Breda. Na bagagem Ben Van Gool levou a paixão pelo Boca Juniors.
Na Holanda continuou a cultivar sua paixão, mesmo sem assistir aos jogos. Ambos se sentem argentinos e têm paixão pela seleção blanquiceleste, pelo Boca e por Riquelme.
Até que em 10 de abril de 2009 nasceu o pequeno Riquelme Van Gool. Se ele puxar o talento do ídolo de Ben e Sylvie poderemos ter no futuro um camisa 10 de laranja com nome argentino.

Levou o cartão amarelo por atender o telefone à beira do campo

por Guilherme Bastilho em 07.abr.2011 às 1:33h
SV Sem Jemgum e Fortuna Veenhusen jogavam pelas divisões amadoras da Alemanha quando um lance dos mais inusitados aconteceu. Um jogador do Jemgum, Hillbrands, foi advertido com um cartão amarelo por atender um telefonema à beira do campo durante a partida.

Um dos auxiliares técnicos chamou o jogador à beira do campo com o celular na mão. Hillbrands pegou tranquilamente o telefone e atendeu a ligação enquanto o jogo comia solto dentro de campo. Até que o goleiro adversário lançou a bola onde não devia…
No contra-ataque armado pelo camisa 1 do Fortuna a bola veio parar bem perto do falador à beira do campo. E ele não teve dúvidas: voltou com o telefone na mão e deu um carrinho, parando a jogada. Naturalmente levou o cartão amarelo – provavelmente um dos mais estranhos já vistos no futebol.

Se quisesse fazer assim não iria conseguir

por Guilherme Bastilho em 06.abr.2011 às 13:54h
Aconteceu em divisão amadora da França. O autor do gol é desconhecido, pouco se sabe dos times que disputavam a partida. Mas acho que não deve ser preciso saber muita coisa mais depois de assistir o vídeo. Sorte, acaso, chame do que quiser. Uma falta sofrida se transformou em um gol de placa – sem querer, é verdade, mas que vale a pena assistir.

Raúl e a vitória do Schalke, em três línguas

por Joana Bueno em 06.abr.2011 às 13:21h
O Schalke certamente não esperava golear a Inter de Milão por 5 a 2 em pleno Giuseppe Meazza. Em estado de êxtase após a partida, o artilheiro Raúl ainda teve que lidar com uma repórter confusa, que ora perguntava em inglês, ora em alemão. E ainda não se pode dizer que ela entendeu as respostas, dadas em espanhol.
O atacante certamente entende inglês, mas preferiu responder em espanhol à primeira pergunta da jornalista. Em seguida, a repórter esquece que o ex-merengue não está nem há um ano em Gelsenkirchen, e dispara uma pergunta em alemão. Assustado, Raúl se vira e acaba respondendo em espanhol mesmo, mas quem garante que o atacante entendeu o que lhe foi perguntado (não fosse a tradução ao vivo em alemão, daria para perceber que a resposta é “padrão” de jogadores de futebol: estou muito feliz, o time fez uma boa partida blá blá blá…)?
O melhor é quando é jornalista pede para que Raúl diga algumas palavras em alemão, para os torcedores do Schalke. E Raúl faz uma dedicatória à torcida: em espanhol!
Confiram essa salada de línguas:

George Weah: Um símbolo africano

Poucos jogadores representaram e simbolizaram o continente africano como George Weah. O liberiano teve seu auge entre 1995 e 2000, quando jogou por um dos maiores clubes do mundo, o Milan. Apesar de ter conquistado fama na Europa, jamais esqueceu suas origens, retornou à Libéria para ajudar a promover educação e trazer felicidade às crianças de seu país com sua fundação beneficente.
Weah viveu seu melhor momento no Milan
Weah viveu seu melhor momento no Milan
Deu início em sua carreira com apenas 15 anos no Young Survivors Clareton, da Libéria. Três anos por lá e passagens por outros dois times em seu país (Bongrange Company e  Mighty Barrolle) até chegar ao Invencible Eleven, também da Libéria, clube pelo qual deslanchou a fazer gols. Foram 24 gols em 23 jogos que lhe garantiram uma transferência ao Tonnore Yanoundé de Camarões, onde marcou 15 gols em 18 jogos.
Já consagrado no continente africano, resolveu se aventura no velho continente. Sua primeira escala foi na França, mais precisamente em Mônaco, onde jogou de 1988 a 1992. Depois acabou parando no Paris Saint Germain, para jogar com Raí. Mais três anos e Weah chega ao Milan em 1995, mesmo ano que se torna o primeiro africano a conquistar a Bola de Ouro da France Football e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo eleito pela Fifa. Talvez a maior conquista africana da história.
Cinco inesquecíveis anos no Milan até se aventurar na Inglaterra (Chelsea e Manchester City), um retorno à França, no Olimpique de Marseille até encerrar a carreira no Al Jazira, dos Emirados Árabes.
Apesar de ser o grande jogador da história da seleção nacional (jogou 60 partidas e marcou 22 gols nos 19 anos que vestiu a camisa nacional), Weah recente de não ter conseguido levar seu país a disputa de uma Copa do Mundo. Até tentou sendo técnico e jogador para a Copa de 2002, mesmo quando ainda jogava pelo Olympique de Marseille.
Mesmo assim, o “Super” como ficou conhecido, sempre será lembrado pelo apego que tinha com seu país; até presidente tentou ser. Talvez, por algum motivo além das urnas não tenha conseguido, mas se dependesse do carinho da torcida, ele certamente seria eleito. Presidente ou não, Weah continuará não medindo esforços para trazer a felicidade do povo liberiano.

George Weah: Um símbolo africano

Poucos jogadores representaram e simbolizaram o continente africano como George Weah. O liberiano teve seu auge entre 1995 e 2000, quando jogou por um dos maiores clubes do mundo, o Milan. Apesar de ter conquistado fama na Europa, jamais esqueceu suas origens, retornou à Libéria para ajudar a promover educação e trazer felicidade às crianças de seu país com sua fundação beneficente.
Weah viveu seu melhor momento no Milan
Weah viveu seu melhor momento no Milan
Deu início em sua carreira com apenas 15 anos no Young Survivors Clareton, da Libéria. Três anos por lá e passagens por outros dois times em seu país (Bongrange Company e  Mighty Barrolle) até chegar ao Invencible Eleven, também da Libéria, clube pelo qual deslanchou a fazer gols. Foram 24 gols em 23 jogos que lhe garantiram uma transferência ao Tonnore Yanoundé de Camarões, onde marcou 15 gols em 18 jogos.
Já consagrado no continente africano, resolveu se aventura no velho continente. Sua primeira escala foi na França, mais precisamente em Mônaco, onde jogou de 1988 a 1992. Depois acabou parando no Paris Saint Germain, para jogar com Raí. Mais três anos e Weah chega ao Milan em 1995, mesmo ano que se torna o primeiro africano a conquistar a Bola de Ouro da France Football e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo eleito pela Fifa. Talvez a maior conquista africana da história.
Cinco inesquecíveis anos no Milan até se aventurar na Inglaterra (Chelsea e Manchester City), um retorno à França, no Olimpique de Marseille até encerrar a carreira no Al Jazira, dos Emirados Árabes.
Apesar de ser o grande jogador da história da seleção nacional (jogou 60 partidas e marcou 22 gols nos 19 anos que vestiu a camisa nacional), Weah recente de não ter conseguido levar seu país a disputa de uma Copa do Mundo. Até tentou sendo técnico e jogador para a Copa de 2002, mesmo quando ainda jogava pelo Olympique de Marseille.
Mesmo assim, o “Super” como ficou conhecido, sempre será lembrado pelo apego que tinha com seu país; até presidente tentou ser. Talvez, por algum motivo além das urnas não tenha conseguido, mas se dependesse do carinho da torcida, ele certamente seria eleito. Presidente ou não, Weah continuará não medindo esforços para trazer a felicidade do povo liberiano.

Artigos com o marcador Barcelona

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