17/04/2011 17h56 - Atualizado em 17/04/2011 17h57
Com reservas, Timão vence Santo André e encara Oeste nas quartas
Gols de Paulo André e Edno dão vitória ao Corinthians no ABC paulista. Jogo contra o time de Itápolis será no Pacaembu, em data ainda indefinida
Com 38 pontos, o Timão termina a primeira fase do Campeonato Paulista na terceira colocação e encara o Oeste na próxima etapa, em jogo único a ser realizado no estádio do Pacaembu. A data do jogo nas quartas de final será divulgada após reunião nesta segunda-feira, às 14h, na Federação Paulista.
Na partida deste domingo, o treinador do Timão optou por escalar uma equipe apenas de reservas. E deu certo. Diante de um adversário já rebaixado à segunda divisão estadual, o comandante alvinegro pode observar e testar alguns jogadores que podem ser úteis na reta final do Campeonato Paulista.
De volta, Paulo André salva
Ficou claro desde o primeiro minuto que o Santo André, já rebaixado, entrou em campo apenas para cumprir tabela. E que o Corinthians, com um time reserva, queria mostrar serviço e confundir a cabeça do técnico Tite. Com bom toque de bola, então, o Timão foi para cima do adversário e o pressionou na defesa.
Sem entrosamento, mas com qualidade no passe, a dupla de armadores, formada por Bruno César e Danilo, dominou tranquilamente o Ramalhão. Foi de um lance entre os dois, aliás, que o Corinthians criou sua primeira boa oportunidade, aos cinco minutos. Willian, no entanto, perdeu a conclusão na cara do gol.
Recuado, o Santo André não conseguia encontrar espaços para ameaçar o adversário. Chegou com perigo apenas aos sete minutos, quando Juan Felipe arrematou de fora da área e obrigou Rafael Santos a defender em dois tempos. A tentativa de reação dos donos da casa parou por aí.
Ainda na base do toque rápido de bola, o Corinthians quase abriu o marcador aos 16 minutos. O peruano Luis Ramírez tabelou com Danilo e colocou Edno em boa posição na grande área. Neneca, porém, defendeu o chute do atacante. Mas se não com os atacantes, o Timão resolveu o primeiro tempo com um zagueiro.
A assinatura do gol foi de Paulo André. Aos 21 minutos, depois de cruzamento de Willian da esquerda, o defensor fez de cabeça: 1 a 0. Recuperado de cirurgia no joelho direito, o jogador voltou a atuar neste domingo depois de seis meses de molho. Sua última partida tinha sido em outubro, pelo Campeonato Brasileiro.
A cabeça de Edno
Nada de mudanças. Santo André e Corinthians voltaram para o segundo tempo com as mesmas formações. E assim como na etapa inicial, o Timão tomou conta da partida. Com o controle do meio de campo, a equipe visitante apostou nas bolas enfiadas para os atacantes Willian e Edno.
Esse último, por sinal, teve uma chance boa de marcar um belo gol aos dez minutos, mas a desperdiçou de maneira estranha. Depois de excelente jogada de Luis Ramírez, Edno recebeu a bola na meia lua. Porém, na hora de dominar, usou a canela e perdeu a bola. O atacante ficaria cara a cara com Neneca.
Faltava ao Corinthians menos preciosismo e mais eficiência na hora da conclusão. Um lance que exemplificou bem isso ocorreu aos 18 minutos. Três jogadores (Bruno César, Danilo e Willian) tiveram a chance de mandar para o gol, mas titubearam e passaram a bola para outro jogador.
Aos poucos, o Timão diminuiu o ritmo ofensivo e deu mais espaço para o Santo André, mas a dificuldade técnica do time do ABC paulista impediu que o Corinthians sofresse uma pressão maior. Os visitantes, aliás, quase ampliaram aos 28 minutos, mas a defesa do Ramalhão travou o chute de Moacir.
Mas o Corinthians encontrou espaço para ampliar aos 43 minutos. Bruno César fez bom cruzamento da esquerda e Edno desviou de cabeça: 2 a 0. O Santo André, então, despediu-se da primeira divisão do futebol paulista perdendo, mais uma vez (foram oito durante todo o torneio). E o Timão agora se prepara para um importante jogo eliminatório pelas quartas de final.
| Neneca; Iran, Anderson, Sandoval e Dênis; Magno, Walax (Mika), Juan Felipe (Edilson) e Aloísio; Rychely e Borebi (Célio Codó). | Rafael Santos; Moacir, Wallace, Paulo André e Marcelo Oliveira; Moradei, Ramírez, Danilo e Bruno César (Nenê Bonilha); Willian e Edno. |
| Técnico: Sandro Gaúcho. | Técnico: Tite. |
| Gols: Paulo André, aos 21 minutos do primeiro tempo; Edno, aos 43 minutos do segundo tempo. | |
| Público: 4252 pagantes. Renda: R$ 125.160,00. | |
| Local: Bruno José Daniel, em Santo André (SP). Data: 17/4/2011. Árbitro: Aurélio Sant’Anna Martins. Auxiliares: Reinaldo Rodrigues dos Santos e Osny Antonio Silveira. | |
17/04/2011 17h57 - Atualizado em 17/04/2011 18h16
Ponte Preta vira, classifica-se em quinto, e tira Palmeiras da liderança
No Moisés Lucarelli, Macaca confirma invencibilidade contra os grandes e pega o Santos na próxima fase. Verdão fica em segundo e encara o Mirassol
Com 41 pontos, o time fica empatado com o São Paulo, mas perde a liderança por ter uma vitória a menos no campeonato. Foi a primeira vez no ano em que o time de Luiz Felipe Scolari tomou dois gols no mesmo jogo. Com a segunda posição, a equipe pega o Mirassol, sétimo colocado, no próximo final de semana, no Pacaembu. As datas e horários das quartas de final serão definidas nesta segunda-feira pela Federação Paulista de Futebol.
Enquanto isso, a Ponte atingiu seu objetivo de ficar em quinto. Com 32 pontos, o time de Gílson Kleina enfrentará o Santos, na Vila Belmiro. Vale destacar que, na fase de classificação, a Macaca venceu Palmeiras, Corinthians e São Paulo, além de ter empatado com o Santos.
Pardalzinho de um lado, frango do outro
Felipão foi de time misto para o duelo. Poupou a melhor defesa do Paulistão, com Danilo e Thiago Heleno, e também deixou no banco o volante Marcos Assunção e o atacante Luan. Brecha para Leandro Amaro, Maurício Ramos, João Vitor e Max Santos mostrarem futebol ao chefe.
O “amistoso” foi de dar sono nos primeiros 20 minutos. Muito chutão para o lado oposto, faltas duras e criatividade zero no meio-campo das duas equipes. O Palmeiras, sem um armador nato, teve de recorrer a Kleber, que a todo momento recuou para buscar a bola e tentar tabelar com os companheiros. Tinga, responsável pela ligação entre meio e ataque, errou muitos passes e foi apagado.
Por conta disso, o Gladiador recebeu mais faltas do que a sua média – que já é alta. Conivente, o árbitro Sálvio Spinola pouco agiu, aparecendo apenas em um cartão amarelo dado para Josimar. O rodízio de faltas para cima do capitão palmeirense irritou o técnico Luiz Felipe Scolari, que cogitou substituir seu artilheiro ainda no primeiro tempo, para evitar um prejuízo maior.
Aí, a Ponte também acordou. E o empate veio logo, aos 25 minutos. Em bom passe de Uendel pela esquerda, Márcio Diogo girou em cima de Leandro Amaro e invadiu sozinho a área, cara a cara com Deola. Foi só encher o pé e deslocar o goleiro palmeirense: 1 a 1 e o sétimo gol sofrido em 19 jogos do Verdão no campeonato. Depois do gol, mais jogadas duras e nada de advertência do árbitro. Felipão se irritou de vez.
Pressão e virada da Macaca
Assim, restou ao técnico tirar Kleber de campo. O Gladiador foi poupado das pancadas e Vinícius entrou em seu lugar. No entanto, o Palmeiras tirou o pé e jogou como se não tivesse de confirmar a liderança, já que o São Paulo perdia para o Oeste por 1 a 0. A Ponte, buscando uma melhor colocação na tabela, resolveu ir para cima.
O Verdão sofreu com a pressão do time da casa. Em uma bola mal tirada por Rivaldo, Guilherme arrematou de primeira e acertou a trave de Deola. Depois, o camisa 22 teve de fazer defesa difícil em uma bomba de Lucas. E nada de o Palmeiras atacar e levar perigo.
O castigo veio aos 30 minutos, em dois lances em estádios diferentes. Primeiro, em Mogi Mirim, Henrique empatou o jogo para o São Paulo: 1 a 1. E pouco depois, no Majestoso, foi a vez de Renatinho soltar uma bomba de fora da área e marcar o golaço da virada. A combinação tirava o Palmeiras da liderança, mas dava, em teoria, um adversário mais tranquilo na próxima fase: o Mirassol.
Estava bom para os dois lados, que passaram a trocar bolas sem muita disposição. Afinal, o que vale, mesmo, é a partir do próximo fim de semana.
| Bruno, Eduardo Arroz, Wellington, Ferron e Uendel; Guilherme, Josimar, Lucas (Renan) e Marcio Diogo (Charles); Renatinho (Mateus) e Tiago Luís. | Deola, Cicinho (Luís Felipe), Maurício Ramos, Leandro Amaro e Rivaldo; Chico, João Vitor e Tinga; Max Santos(Luan), Adriano e Kleber (Vinícius). |
| Técnico: Gilson Kleina | Técnico: Luiz Felipe Scolari |
| Gols: Max Santos, aos 20, Márcio Diogo, aos 25 do primeiro tempo. Renatinho, aos 30 do segundo tempo. | |
| Cartões amarelos: Josimar, Renatinho, Tiago Luís, Eduardo Arroz (PON); Rivaldo, Chico, Luan (PAL) | |
| Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). Data: 17/04/2011. Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho. Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Anderson Jose de Moraes Coelho. Público: 9.956 pagantes. Renda: R$ 223.156,00. | |
17/04/2011 15h26 - Atualizado em 17/04/2011 15h55
Dirigente anuncia: Guiñazu renova com o Inter até 2014
Argentino foi sondado no fim do ano pelo Boca Juniors. São Paulo demonstrou interesse contratar argentino mais de uma vez
neste mês (Foto:Alexandre Lops/Site do Internacional)
- Renovei com Guina até 2014 - escreveu.
Guiñazu, 32 anos, está no Inter desde 2007. Com um estilo de jogo marcado pela grande disposição em campo, o argentino rapidamente conquistou a torcida colorada, tornando-se um ídolo. Desde a estreia, contra o Cruzeiro, em 5 de agosto de 2007, fez 202 jogos pelo clube. E marcou quatro gols.
O acordo atual de Guiñazu com o clube gaúcho terminava em 2013.
Com a camisa do Inter, foi campeão da Libertadores em 2010, da Copa Sul-Americana 2008 e bicampeão gaúcho em 2008 e 2009, entre outros títulos.
No final do ano, o Boca Juniors mostrou interesse em levar o jogador de volta ao futebol argentino. Apesar de deixar claro que jamais se recusaria a conversar com o clube de Buenos Aires, demonstrou gratidão ao Inter. O São Paulo também manifestou mais de uma vez interesse em contar com o jogador. Mas o Colorado sempre descartou liberá-lo para um outro time brasileiro.
16/04/2011 10h50 - Atualizado em 16/04/2011 10h50
Ainda emocionado com homenagens a ele e ao filho, Montillo agradece
Meia cita apoio da torcida, dos companheiros e até o cavaleiro na hora do gol
(Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com)
A vitória sobre os argentinos garantiu ao Cruzeiro o primeiro lugar geral da Libertadores. De longe, Montillo viu seus colegas entrarem em campo com uma faixa desejando força à sua família; viu na arquibancada os torcedores fazerem coro às boas vibrações; e viu a goleada sobre um rival ser dedicada à ele.
- Um dia muito importante para mim e para minha família porque com o meu filho se passou tudo bem. E também pelo time. Foi muito emocionante para mim e para a minha família ver no jogo a faixa que os jogadores levaram para campo, a faixa que havia na torcida. Para mim isso é muito importante. Nem sempre só o que eles fazem em campo é o principal, e neste caso, o que eles falaram fora foi mais importante ainda. Quarta-feira eu fiquei muito contente e muito emocionado.
Após o terceiro gol, marcado por Gilberto, o meia Montillo recebeu nova homenagem. Gilberto e Wallyson comemoram com a famosa cavalgada do argentino, reproduzindo o movimento que Montillo fez em todas as 12 vezes que balançou as redes com a camisa azul. Com muito bom humor, o craque concordou que aquele cavalo estava um pouco manco.
- Tem que praticar mais um pouco, eu acho. Mas foi muito bom. Eu falei pessoalmente com o Gilberto, com o Wallyson, acho que foi importante eles terem me dado esse presente num momento tão bom do time. Eu falei com cada um deles que entraram com a faixa também, isso é coisa que não tem preço. Eu fiquei muito contente, e eles sabem que fiquei torcendo por eles.
Quinta-feira após o jogo
O dia seguinte também foi especial para o argentino. Montillo completou 27 anos e só não teve uma festa completa porque em casa faltou o filho caçula. Santino se recupera bem no hospital, mas levará alguns dias até voltar para casa.
- Aniversário com sentimento contraditório. Aniversário bom pelo que aconteceu com meu filho quarta-feira. Mas, às vezes, quando ele não está na minha casa falta um pedaço. Então, quando ele estiver em casa vamos comemorar bem com ele, porque às vezes é difícil comemorar quando a família não está completa. Para mim é ruim. Agora é aguardar, porque daqui a dez ou onze dias ele volta e aí vamos comemorar todos juntos.
17/04/2011 17h45 - Atualizado em 17/04/2011 17h45
Oscar volta aos treinos e torna-se opção para o Inter na terça-feira
Meia recupera-se de lesão no tornozelo direito, e pode disputar posição
(Foto: Site oficial )
Embora Tinga ainda precise aprimorar a forma física, Oscar está liberado para jogar. Com isso, ele torna-se opção para Falcão formar o time que enfrenta o Emelec às 20h15m de terça-feira, no Estádio Beira-Rio, pela última rodada do Grupo 6 da Taça Libertadores.
Oscar concorre com Andrezinho, considerado um dos melhores em campo do Inter na estreia de Falcão. Ambos, entretanto, devem jogar juntos no próximo final de semana - D'Alessandro recebeu o terceiro cartão amarelo contra o Santa Cruz, e contra Juventude ou Lajeadense desfalcará o Inter na semifinal da Taça Farroupilha.
17/04/2011 08h21 - Atualizado em 17/04/2011 11h19
Falcão não quer espetáculo nem firulas no Inter sob seu comando
Técnico afirma que prefere futebol vertical, buscando o gol sem correr riscos
(Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM)
Mas, para o treinador colorado, criar ou recriar não podem ser sinônimos para 'espetáculo', ou 'firula'.
Falcão não abrirá mão da objetividade, da disciplina tática, e do comprometimento defensivo na elaboração do sistema tático e da estratégia da equipe.
Foi o que se viu na vitória de 1 a 0 sobre o Santa Cruz, neste sábado, em partida que marcou a reestreia dele como técnico do clube no qual tornou-se o maior ídolo dos torcedores. No 4-4-2 em duas linhas, ele apresentou uma equipe compacta, com jogadores próximos, buscando as trocas de passes curtos e bloqueando os espaços adversários - o Inter criou 19 oportunidades, contra apenas uma.
Foram mais de trinta minutos conversando com os jogadores antes da partida, na palestra de preparação. Falcão enfatizou aspectos táticos, para compensar o pouco tempo de trabalho - apenas quatro dias desde sua chegada. Ao final, disse que a equipe superou as expectativas.
- A palestra foi em cima daquilo que poderíamos fazer. Conversei muitas coisas com eles porque não deu tempo de treinar. Durou 32 minutos a palestra - afirmou.
Segundo o meia Andrezinho, um dos destaques da vitória do Inter, Falcão encontrou espaço na palestra para descontrair. E o próprio jogador entrou na brincadeira:
- Na preleção ele brincou, porque na semana fizemos vários treinos de bola parada, e ele disse que perto do gol ele de dez guardava nove. Eu comecei a rir e ele perguntou o que era. E eu disse que de dez eu guardo dez (risos).
Para Falcão, os treinos fechados realizados durante a semana serviram para isto: aproximá-lo mais dos jogadores.
- Fechei os treinos porque precisava criar essa relação com eles - concluiu.
17/04/2011 18h06 - Atualizado em 17/04/2011 18h20
São Paulo empata, vira líder e vai pegar a Lusa nas quartas de final
Placar de 1 a 1 com o Oeste e tropeço do Verdão diante da Ponte Preta em Campinas deixam o Tricolor na primeira colocação da primeira fase
Já garantido no Paulistão e também visando o compromisso da quarta-feira, quando começa a disputar a fase de oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Goiás em Goiânia, o técnico Paulo César Carpegiani optou por descansar boa parte dos seus principais jogadores e mandou a campo apenas três titulares: o goleiro Rogério Ceni, o zagueiro Rhodolfo e o meia Lucas.
CLASSIFICAÇÃO: confira como terminou a primeira fase do Campeonato Paulista
Jogando em Mogi Mirim, por causa de uma punição em decorrência de mau comportamento da sua torcida no clássico com o Corinthians na Arena Barueri, o São Paulo até começou melhor. Sob o comando de Lucas e com alguns bons momentos de Rivaldo e Wellington, o Tricolor ia criando chances. Do outro lado, o Oeste só arriscava poucas bolas de fora da área.
A primeira oportunidade clara foi num arremate de Cléber Santana que acertou a trave aos 36 minutos. Mas foi só a equipe do interior ser ameaçada para dar a resposta. Dois minutos depois, aos 38, Dionísio deu lindo passe para Reinaldo, que apareceu nas costas da defesa e chutou forte para estufar a rede de Rogério Ceni.
O gol animou a torcida, mas o principal motivo de comemoração veio de Campinas. Quando o sistema de som do estádio de Mogi anunciou a virada da Ponte Preta para cima do Palmeiras, os tricolores sabiam que estavam pulando para a liderança da tabela. A essa altura, o rival da próxima fase seria o São Caetano. Mas um gol da Portuguesa no Canindé, sobre o Paulista no último minuto, colocou a Lusa no caminho dos são-paulinos.
A Federação Paulista de Futebol define nesta segunda-feira à tarde, em reunião na sua sede, as datas e os locais os jogos da próxima fase. As quartas de final e as semifinais são disputadas em jogos únicos, sem as partidas de volta, e a vantagem se resume ao mando de campo, já que igualdade nos 90 minutos leva a decisão para os pênaltis. Na quarta-feira, porém, o São Paulo tem compromisso pela Copa do Brasil, contra o Goiás, na cidade de Goiânia.
| Rogério Ceni; Xandão, Rodrigo Souto e Rhodolfo; Edson Ramos (Ilsinho), Wellington, Cleber Santana, Rivaldo (Marlos) e Junior Cesar; Lucas e Willian José (Henrique) | Gabriel; Dedê (Serginho), Cris, Paulo Miranda e Fernandinho, Adriano Alves, Dionísio, Márcio Passos, Marino e Roger; Reinaldo (Alex Wiliam) |
| Técnico: Paulo César Carpegiani | Técnico: Luiz Carlos Martins |
| Gols: Reinaldo (O), aos 38 minutos do primeiro tempo e Henrique (SP), aos 27 minutos do segundo tempo | |
| Cartões amarelos: Junior Cesar, Rhodolfo e Xandão (SP) | |
| Estádio: Romildo Gomes Ferreira, em Mogi Mirim. Público e renda: 5.550 pagantes / R$ 121.970,00 Data: 17/4/11. Árbitro: Aurélio Sant'anna Martins. Auxiliares: Reinaldo Rodrigues dos Santos e Osny Antonio Silveira | |
17/04/2011 18h01 - Atualizado em 17/04/2011 18h22
Vasco apenas empata com o Olaria, mas termina na liderança do grupo
Em jogo muito disputado em Macaé, Gigante da Colina busca resultado após começar o jogo perdendo por 2 a 0
Já classificado para as semifinais da Taça Rio, o Vasco fez um jogo morno no Moacyrzão e apenas empatou com o Olaria em 2 a 2. Os gols foram marcados por Waldir e Felipe, para o Olaria, e Bernardo e Romulo, para o Vasco. Com o empate, já são dez jogos invictos do Gigante da Colina nesta temporada. O empate do Flamengo em Volta Redonda manteve o clube na ponta. O clube da Rua Bariri conseguiu a classificação para as semifinais.
Referência na frente faz falta ao Vasco
Leandro foi mesmo o escolhido do técnico Ricardo Gomes para substituir Alecsandro, pendurado com dois cartões amarelos. O Vasco perdeu a referência na área, mas ganhou em movimentação. Logo nos primeiros minutos a velocidade o toque de bola deram a impressão de que foi a melhor opção. Diego Souza estava mais encostado no ataque e teve boas oportunidades. A primeira surgiu justamente nesta alternância com Leandro. A outra, perto do fim do primeiro tempo, parou nas mãos do goleiro Henrique após chute fraco.
Mas o encanto não durou muito. Assim como no ano passado, quando nenhum camisa 9 típico se firmou na equipe, os velhos problemas apareceram. Apesar da intensa troca de posições na frente, o time fica mais fácil de ser marcado, já que os zagueiros conseguem sair da área e adiantar a pressão. Quando tentava jogadas pelas pontas, não havia ninguém na área para finalizar. O time buscou então alternativas. Uma das surpresas foi o zagueiro Anderson Martins. Foram três investidas no ataque sendo que duas foram muito perigosas.
Mas o Vasco não conseguiu abrir o placar. E do outro lado tinha um Olaria organizado e jogando com disposição incrível buscando a sonhada classificação para as semifinais. Certo na defesa e procurando explorar os contra-ataques, o time representava perigo constante. Até que Waldir recebeu dentro da área e, com um drible de corpo, tirou Anderson martins da jogada e bateu colocado no canto direito do goleiro Fernando Prass.
Vasco parte para cima com Bernardo, o novo xodó, e busca o empate
No segundo tempo o panorama pouco mudou. A grande diferença foi mesmo o time do Olaria. Os jogadores voltaram dispostos a matar o jogo e garantir a vaga nas semifinais. A cautela em relação ao poderio ofensivo do Vasco diminuiu e o time se lançou ao ataque. O resultado foi o segundo gol logo no início em jogada de Danilo pela direita e conclusão de Felipe, novamente sem chances de defesa para Fernando Prass.
Ciente de que seu time estava criando muito pouco, Ricardo Gomes sacou Leandro e colocou Bernardo em seu lugar. A fase do jovem de 20 anos é tão boa que os animados torcedores presentes no Moacyrzão pediam sua entrada desde o primeiro tempo e vibravam a cada toque que o camisa 31 dava na bola.
Coincidência ou não, o Vasco cresceu após a sua entrada. Sem ter de realizar qualquer tipo de troca, Diego Souza se posicionou bem avançado procurando ser a referência que tanto fez falta ao time na etapa inicial. E logo no primeiro lance, o camisa 10 recebeu de Eder Luis em jogada de velocidade e se jogou. O árbitro marcou pênalti convertido pelo xodó Bernardo. O gol esfriou a empolgação do Olaria e deu mais moral ao Vasco.
Para tentar corrigir o posicionamento, Ricardo Gomes lançou Elton no lugar de Felipe, que esteve sumido. A referência logo fez diferença e em duas oportunidades ele quase marcou, sendo uma delas após bicileta perfeita. Lances como esse intimidaram o Olaria que passou a querer segurar o resultado. Chance concreta apenas uma, milagrosamente salva por Anderson Martins. Já o Vasco se impôs e, no fim, após tanta insistência, Romulo conseguiu, de cabeça, empatar o jogo premiando a disposição do segundo tempo vascaíno.
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Com a combinação de resutlado dos outros jogos da última rodada, Vasco e Olaria vão se enfrentar novamente em busca de uma vaga na final da Taça Rio. O encontro irá acontecer no próximo sábado, às 18h30m, no Engenhão.Referência na frente faz falta ao Vasco
Leandro foi mesmo o escolhido do técnico Ricardo Gomes para substituir Alecsandro, pendurado com dois cartões amarelos. O Vasco perdeu a referência na área, mas ganhou em movimentação. Logo nos primeiros minutos a velocidade o toque de bola deram a impressão de que foi a melhor opção. Diego Souza estava mais encostado no ataque e teve boas oportunidades. A primeira surgiu justamente nesta alternância com Leandro. A outra, perto do fim do primeiro tempo, parou nas mãos do goleiro Henrique após chute fraco.
Mas o encanto não durou muito. Assim como no ano passado, quando nenhum camisa 9 típico se firmou na equipe, os velhos problemas apareceram. Apesar da intensa troca de posições na frente, o time fica mais fácil de ser marcado, já que os zagueiros conseguem sair da área e adiantar a pressão. Quando tentava jogadas pelas pontas, não havia ninguém na área para finalizar. O time buscou então alternativas. Uma das surpresas foi o zagueiro Anderson Martins. Foram três investidas no ataque sendo que duas foram muito perigosas.
Mas o Vasco não conseguiu abrir o placar. E do outro lado tinha um Olaria organizado e jogando com disposição incrível buscando a sonhada classificação para as semifinais. Certo na defesa e procurando explorar os contra-ataques, o time representava perigo constante. Até que Waldir recebeu dentro da área e, com um drible de corpo, tirou Anderson martins da jogada e bateu colocado no canto direito do goleiro Fernando Prass.
Vasco parte para cima com Bernardo, o novo xodó, e busca o empate
No segundo tempo o panorama pouco mudou. A grande diferença foi mesmo o time do Olaria. Os jogadores voltaram dispostos a matar o jogo e garantir a vaga nas semifinais. A cautela em relação ao poderio ofensivo do Vasco diminuiu e o time se lançou ao ataque. O resultado foi o segundo gol logo no início em jogada de Danilo pela direita e conclusão de Felipe, novamente sem chances de defesa para Fernando Prass.
Ciente de que seu time estava criando muito pouco, Ricardo Gomes sacou Leandro e colocou Bernardo em seu lugar. A fase do jovem de 20 anos é tão boa que os animados torcedores presentes no Moacyrzão pediam sua entrada desde o primeiro tempo e vibravam a cada toque que o camisa 31 dava na bola.
Coincidência ou não, o Vasco cresceu após a sua entrada. Sem ter de realizar qualquer tipo de troca, Diego Souza se posicionou bem avançado procurando ser a referência que tanto fez falta ao time na etapa inicial. E logo no primeiro lance, o camisa 10 recebeu de Eder Luis em jogada de velocidade e se jogou. O árbitro marcou pênalti convertido pelo xodó Bernardo. O gol esfriou a empolgação do Olaria e deu mais moral ao Vasco.
Para tentar corrigir o posicionamento, Ricardo Gomes lançou Elton no lugar de Felipe, que esteve sumido. A referência logo fez diferença e em duas oportunidades ele quase marcou, sendo uma delas após bicileta perfeita. Lances como esse intimidaram o Olaria que passou a querer segurar o resultado. Chance concreta apenas uma, milagrosamente salva por Anderson Martins. Já o Vasco se impôs e, no fim, após tanta insistência, Romulo conseguiu, de cabeça, empatar o jogo premiando a disposição do segundo tempo vascaíno.
| Henrique; Ivan, Thiago Eleutério, Rafael e Amarildo; David, Danilo, Renan Silva (Renato) e Felipe; Victor e Waldir (Boniek). | Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Marcio Careca; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe (Elton) e Diego Souza; Eder Luis (Enrico) e Leandro (Bernardo). |
| Técnico: Roberto Fernandes | Técnico: Ricardo Gomes |
| Gols: Waldir aos 17 minutos do primeiro tempo. Felipe aos 5 minutos, Bernardo aos 17 e Rômulo aos 46 do segundo tempo | |
| Cartões Amarelos: Felipe, Fellipe Bastos (Vasco) e Danilo e Renan Silva (Olaria) | |
| Data: 17/04/2011 Local: Moacyrzão /Público: 4.619 pagantes/ Renda: R$ 64.660,00 | |
| Árbitro:Felipe Gomes da Silva auxiliado por Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Wendel de Paiva Gouvea. | |
17/04/2011 18h07 - Atualizado em 17/04/2011 18h23
Flu vence e enfrenta Fla na semi da Taça Rio. Antes, pega os hermanos...
Fred, de pênalti, faz o gol da vitória, quebra jejum de cinco partidas sem marcar e garante aos tricolores o primeiro lugar no Grupo B
Bastava o empate com o Nova Iguaçu para o Fluminense assegurar vaga nas semifinais da Taça Rio. Com a cabeça na Libertadores - terá partida decisiva na quarta-feira, fora de casa, contra o Argentinos Juniors,.pela Libertadores, em que precisa da vitória e de tropeço do Nacional para passar à segunda fase -, o time até fez mais. Mesmo que de forma burocrática, poupando energias, venceu o adversário por 1 a 0, na tarde deste domingo, no Engenhão. Com os outros resultados, terminou em primeiro lugar no Grupo B. O que significa? Um Fla-Flu decisivo no próximo domingo, logo após o que promete ser uma verdadeira batalha contra os hermanos, no estádio Diego Maradona.
A torcida tricolor - pouco mais de quatro mil pagaram ingresso - sabe bem disso. Tanto que cantou no Engenhão repetidas vezes no fim do jogo musiquinha que diz: "Quarta-feira é guerra." Mas neste domingo, a partida foi bem tranquila. Fred, de pênalti, artilheiro do campeonato, fez o gol do triunfo - o seu décimo na competição - e quebrou o jejum de cinco jogos sem marcar. O Nova Iguaçu se despede em sétimo lugar do Grupo A, com 7 pontos ganhos.
Fred bate bem o pênalti aos 28 minutos e garante a vitória tricolor por 1 a 0 (Foto: Photocamera)Só o início é animador
Não foi um primeiro tempo encantador, que aquecesse a torcida tricolor para a semana que promete reservar grandes emoções. Mas serviu para que fosse cumprido o principal objetivo: sair na frente no marcador para administrar o resultado com tranqulidade até o fim. Os primeiros cinco minutos até que foram animadores. O time começou em ritmo bem acelerado. A ordem era garantir logo a vitória, essencial para poder poupar energia no segundo tempo. Desfalcado de Deco, suspenso - Marquinho ocupou seu lugar -, o segredo do Flu era explorar o lado direito, seja com Conca ou Mariano. O lateral-esquerdo do Nova Iguaçu, Artur, na verdade estava improvisado na posição, o que facilitava a tarefa.
Enderson Moreira, o técnico tricolor, havia optado por Araújo no lugar de Emerson no ataque. O Sheik, que não foi ao treino de sexta-feira, perdeu a vaga. No banco, o atacante via a tal velocidade tricolor durar pouco. O Nova Iguaçu, de uniforme reserva - camisa preta com detalhes em laranja -, ficou aliviado da pressão inicial quando conseguiu uma falta num contra-ataque. O goleiro Diogo Silva viveu seu momento Rogério Ceni e fez cobrança perigosa, rente ao gol, assustando Ricardo Berna. Pouco depois, Fred respondeu em outra cobrança de falta, raspando o canto direito, no primeiro chute com perigo da equipe das Laranjeiras.
A partir daí, no entanto, a marcação da equipe da Baixada Fluminense apertou. As jogadas pelas laterais deixaram de acontecer. O técnico Zinho povoou mais o meio-campo, deixando menos espaços para Conca criar. E sem o camisa 11 inspirado, Fred e Araújo pouco recebiam para produzir.
Fred quebra jejum de gols
A Laranja da Baixada já era superior em campo quando, aos 17 minutos, após falta cobrada pela direita, o zagueiro Leonardo subiu mais que a defesa tricolor para testar firme, obrigando o goleiro Ricardo Berna a fazer boa defesa. Era a senha. Aos 20, na parada técnica, Enderson Moreira deu o alerta de que melhorar era preciso. Afinal, Botafogo e Olaria venciam suas partidas. Apesar de o empate bastar para a classificação do Flu, era bom fazer logo um gol para evitar problemas.
Sempre bem marcado, atacante Fred quebra jejum de cinco jogos sem marcar (Foto: Photocamera)E o time entendeu o recado. Conca se movimentou mais, Mariano voltou a atacar pela direita e centrou para Marquinho. A cabeçada foi certeira, mas o goleiro Diogo Silva fez bem a sua parte, espalmando para escanteio. Pouco depois, aos 27, Fred girou para bater dentro da área. A bola resvalou no braço de Leonardo, bem aberto. O árbitro Marcelo Venito Pacheco não teve dúvidas em marcar o pênalti. E o camisa 9, finalmente, acabou com o jejum de cinco jogos sem marcar. O artilheiro do Campeonato Carioca bateu firme, à direita de Diogo Silva, sem chances, aos 28, marcando o seu décimo gol na competição.
Após o gol, a equipe tricolor voltou a tirar o pé do acelerador. O Nova Iguaçu, sem chances de classificação e garantido na série A carioca do ano que vem, queria apenas fechar com dignidade a sua campanha na competição. O time partiu para buscar o empate e teve duas chances. A primeira, com Luan, que soltou uma bomba de fora da área, que tirou tinta da trave de Berna. A segunda, com Artur, que dentro da área pegou uma sobra mas tocou mal, pelo alto.
Ritmo cai no segundo tempo
Pouco depois de dada a saída da segunda etapa, o segundo gol do Olaria sobre o Vasco voltou a dar o sinal amarelo ao Fluminense. Um terceiro gol do time da Bariri tiraria a liderança do Grupo B dos tricolores, o que provocaria um confronto com o Vasco - o Flamengo empatava com o Macaé pelo Grupo A. Fred chegou a estufar as redes aos três minutos, mas na hora do giro para bater segurou o zagueiro Leonardo, e a falta foi marcada. Depois, Julio Cesar veio de trás, em jogada individual, mas perdeu o ângulo e o gol.
O Vasco diminuiu o marcador contra o Olaria, o Flamengo abriu o placar contra o Macaé. No Engenhão, a partida ficava cada vez mais morna. Com o Nova Iguaçu mais cansado em campo, o Flu se limitava a tocar a bola. A melhor jogada foi numa troca de passes entre Marquinho e Fred. O atacante fez um corta-luz e recebeu na frente para bater para fora, com perigo.
Zinho mexeu no Nova Iguaçu, trocando Maicon por Vinicius. No Flu, Conca, pendurado com dois cartões amarelos, foi poupado. Saiu para a entrada de Willians. A cabeça, mais do que nunca, já estava na Libertadores. Pouco depois, entrou o barrado Emerson no lugar do apagadíssimo Araújo. O Sheik até mandou uma bola na trave. Depois, o Nova Iguaçu teve chance de empatar, que Berna evitou. A vitória estava garantida. O Fla cedia o empate, e Ronaldinho perdia pênalti no último minuto. O Vasco arrancava empate com o Olaria. Agora, da parte tricolor, é esperar pela semana de emoções.
A torcida tricolor - pouco mais de quatro mil pagaram ingresso - sabe bem disso. Tanto que cantou no Engenhão repetidas vezes no fim do jogo musiquinha que diz: "Quarta-feira é guerra." Mas neste domingo, a partida foi bem tranquila. Fred, de pênalti, artilheiro do campeonato, fez o gol do triunfo - o seu décimo na competição - e quebrou o jejum de cinco jogos sem marcar. O Nova Iguaçu se despede em sétimo lugar do Grupo A, com 7 pontos ganhos.
Não foi um primeiro tempo encantador, que aquecesse a torcida tricolor para a semana que promete reservar grandes emoções. Mas serviu para que fosse cumprido o principal objetivo: sair na frente no marcador para administrar o resultado com tranqulidade até o fim. Os primeiros cinco minutos até que foram animadores. O time começou em ritmo bem acelerado. A ordem era garantir logo a vitória, essencial para poder poupar energia no segundo tempo. Desfalcado de Deco, suspenso - Marquinho ocupou seu lugar -, o segredo do Flu era explorar o lado direito, seja com Conca ou Mariano. O lateral-esquerdo do Nova Iguaçu, Artur, na verdade estava improvisado na posição, o que facilitava a tarefa.
A partir daí, no entanto, a marcação da equipe da Baixada Fluminense apertou. As jogadas pelas laterais deixaram de acontecer. O técnico Zinho povoou mais o meio-campo, deixando menos espaços para Conca criar. E sem o camisa 11 inspirado, Fred e Araújo pouco recebiam para produzir.
Fred quebra jejum de gols
A Laranja da Baixada já era superior em campo quando, aos 17 minutos, após falta cobrada pela direita, o zagueiro Leonardo subiu mais que a defesa tricolor para testar firme, obrigando o goleiro Ricardo Berna a fazer boa defesa. Era a senha. Aos 20, na parada técnica, Enderson Moreira deu o alerta de que melhorar era preciso. Afinal, Botafogo e Olaria venciam suas partidas. Apesar de o empate bastar para a classificação do Flu, era bom fazer logo um gol para evitar problemas.
Após o gol, a equipe tricolor voltou a tirar o pé do acelerador. O Nova Iguaçu, sem chances de classificação e garantido na série A carioca do ano que vem, queria apenas fechar com dignidade a sua campanha na competição. O time partiu para buscar o empate e teve duas chances. A primeira, com Luan, que soltou uma bomba de fora da área, que tirou tinta da trave de Berna. A segunda, com Artur, que dentro da área pegou uma sobra mas tocou mal, pelo alto.
Ritmo cai no segundo tempo
Pouco depois de dada a saída da segunda etapa, o segundo gol do Olaria sobre o Vasco voltou a dar o sinal amarelo ao Fluminense. Um terceiro gol do time da Bariri tiraria a liderança do Grupo B dos tricolores, o que provocaria um confronto com o Vasco - o Flamengo empatava com o Macaé pelo Grupo A. Fred chegou a estufar as redes aos três minutos, mas na hora do giro para bater segurou o zagueiro Leonardo, e a falta foi marcada. Depois, Julio Cesar veio de trás, em jogada individual, mas perdeu o ângulo e o gol.
O Vasco diminuiu o marcador contra o Olaria, o Flamengo abriu o placar contra o Macaé. No Engenhão, a partida ficava cada vez mais morna. Com o Nova Iguaçu mais cansado em campo, o Flu se limitava a tocar a bola. A melhor jogada foi numa troca de passes entre Marquinho e Fred. O atacante fez um corta-luz e recebeu na frente para bater para fora, com perigo.
Zinho mexeu no Nova Iguaçu, trocando Maicon por Vinicius. No Flu, Conca, pendurado com dois cartões amarelos, foi poupado. Saiu para a entrada de Willians. A cabeça, mais do que nunca, já estava na Libertadores. Pouco depois, entrou o barrado Emerson no lugar do apagadíssimo Araújo. O Sheik até mandou uma bola na trave. Depois, o Nova Iguaçu teve chance de empatar, que Berna evitou. A vitória estava garantida. O Fla cedia o empate, e Ronaldinho perdia pênalti no último minuto. O Vasco arrancava empate com o Olaria. Agora, da parte tricolor, é esperar pela semana de emoções.
| Ricardo Berna, Mariano, Gum, Edinho e Julio Cesar; Valencia, Diguinho, Marquinho (Fernando Bob) e Conca; Araújo (Emerson) e Fred. | Diogo Silva, Foca, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Artur; Amaral (Marquinhos), Luan, Lukian e Dieguinho (Nelinho); Willian Barbio e Maicon (Vinicius). |
| Técnico: Enderson Moreira. | Técnico: Zinho. |
| Gols: no primeiro tempo, Fred, de pênalti, aos 28 minutos. | |
| Cartões amarelos: Valencia e Marquinho (Fluminense). | |
| Local: Engenhão. Data: 17/04/2011. Competição: Taça Rio. Árbitro: Marcelo Venito Pacheco. Auxiliares: Leonan Cardoso Berute e Flavio Manoel da Silva. Renda: R$ 91.230. Público: 4.148 pagantes (5.922 presentes). | |
17/04/2011 18h04 - Atualizado em 17/04/2011 18h17
Ronaldinho perde pênalti, Fla tropeça no Macaé e pega o Flu na semifinal
Rubro-Negro empata com o time do Norte Fluminense por 1 a 1 e não aproveita empate do Vasco com o Olaria. Craque vacila aos 52 do 2º tempo
O primeiro lugar da chave esteve nas mãos do time de Vanderlei Luxemburgo, já que o Vasco empatou com o Olaria, em Macaé, por 2 a 2, e chegou a 17. Sendo assim, no cruzamento da próxima fase, o Fla enfrenta o Fluminense, no domingo. Vasco e Olaria jogam mais uma vez na outra semifinal, provavelmente no sábado.
O Flamengo volta a jogar na próxima quarta-feira, mas pela Copa do Brasil. O time começa a disputa com o Horizonte-CE nas oitavas de final da competição, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão. O Macaé vai se preparar para a estreia na Série C do Brasileirão, em 16 de julho, contra o Marília, em casa.
Confira a classificação completa da Taça Rio
Sem gols e sem graça
Foi um Flamengo diferente daquele que o rubro-negro está habituado a ver. Vanderlei Luxemburgo mudou meio time. Por obrigação, colocou Ronaldo Angelim no lugar de David Braz, suspenso. Por cautela, preservou os pendurados Léo Moura, Welinton e Willians. Galhardo, Jean e Fierro entraram, respectivamente. O treinador também preferiu poupar Thiago Neves. O camisa 7 ficou no banco, e Darío Bottinelli ganhou uma chance no meio-campo.
Tão tímido quanto nas poucas entrevistas que concede, o argentino esteve discreto em campo. Luta não faltou, mas ainda está distante daquilo que Luxemburgo enxergou no jogador. Foi o técnico quem pediu a contratação de “El Pollo”. Escalado como atacante, Ronaldinho teve de buscar jogo para auxiliar na armação. A primeira boa oportunidade surgiu na bola parada ensaiada, logo aos seis minutos. O camisa 1 cobrou falta da entrada da área, e Jean apareceu de surpresa. A cabeçada parou no goleiro Everton, e a zaga afastou o perigo.
O Macaé adotou uma postura cautelosa. O time do Norte Fluminense procurou ficar com a bola, rondou a grande área do Flamengo e assustou duas vezes em chutes de André Gomes e Johnatan. O primeiro errou a pontaria, e o goleiro Felipe espalmou a tentativa do lateral-direito.
Ronaldinho foi o mais perigoso entre os rubro-negros. Se movimentou bem, auxiliou na marcação, acertou e errou alguns passes, e assustou em chute da entrada da área. Apesar do péssimo estado do gramado do Raulino de Oliveira, ele conseguiu fazer a bola rolar até Deivid no ataque, num lindo lançamento. Everton saiu nos pés do atacante.
O Macaé voltou a incomodar em lance polêmico. Robson chutou cruzado, e Felipe espalmou. Indignado, o goleiro partiu na direção do árbitro para reclamar que o jogo fora interrompido para atendimento médico de Danilo, do Macaé, apenas depois da conclusão do atacante. O camisa 1 acabou punido com cartão amarelo por reclamação.
- É um jogo complicado, o campo não ajuda muito, fica difícil para controlar. A maior dificuldade é encontrar o tempo de bola para acertar um bom passe – resumiu Ronaldinho, na saída de campo.
Ronaldinho, até ele, falha
O descanso de Thiago Neves durou só 45 minutos, período em que Luxa teve paciência com Bottinelli. A chance de Deivid no ataque fora interrompida com o mesmo tempo. Diego Maurício voltou do intervalo no lugar do camisa 9. Sem um homem de área, Thiago, Ronaldinho e Diego se revezaram na linha de frente com boa movimentação. Aos 57 segundos, o camisa 10 lançou Thiago na área. O toque por cobertura, com capricho, tirou o goleiro Everton da jogada, mas André Gomes salvou quase sobre a linha.
Renato tentou de longe, e Everton defendeu. Danilo respondeu da mesma forma para o Macaé, e Felipe pegou. Mais ágil e disposto em campo, o Rubro-Negro partiu em busca da vitória e fez pressão. Funcionou. Aos 12, Ronaldinho cobrou escanteio na segunda trave, e Jean cabeceou sem ângulo. André Gomes tentou salvar, mas colocou para dentro: 1 a 0. Festa para o zagueiro, que anunciou a aposentadoria para o fim de 2012. Gol para colocar o time na liderança da chave.
O Macaé empatou com Bruno Luiz, dois minutos depois, mas a arbitragem marcou impedimento. Bill e Danilo desafiaram Felipe, mas o goleiro parou ambos. Foi com um bonito chute colocado que Thiago Neves quase ampliou, aos 17. A bola bateu nas duas traves e não entrou.
Thiago fez o time jogar mais e melhor. Ronaldinho, que havia feito um bom primeiro tempo, deu algumas boas arrancadas e distribuiu bons passes. O Flamengo, no entanto, não soube definir o resultado e deu brechas. O Macaé soube encontrar o atalho. Aos 33, Robson chutou, Felipe deu rebote, e o atacante Hyantony, sem qualquer marcação, completou de cabeça para o gol vazio: 1 a 1.
Faltava força ao Rubro-Negro para reagir. O Macaé, por pouco, não conseguiu virar. Felipe fez boa defesa em chute cruzado de André Gomes. A chance de vencer, no entanto, voltou a surgir. Aos 49 minutos, o árbitro marcou pênalti de Marcos sobre Diego Maurício. Ronaldinho, como sempre, pegou a bola para cobrar. Apoio dos companheiros, apoio da torcida, 52 minutos no cronômetro. O chute, no entanto, se perdeu sobre a meta de Everton. Ele também erra. O Fla-Flu, que não ocorreu na final da Taça Guanabara por um tropeço tricolor, está marcado: domingo, 24 de abril.
| Felipe, Galhardo (Fernando), Jean, Angelim e Rodrigo Alvim; Maldonado, Fierro, Renato e Bottinelli (Thiago Neves); Ronaldinho e Deivid (Diego Maurício). | Everton, Johnatan (Marcos), Eduardo Luiz, Ciro e Bill; Gedeil, Osmar, André Gomes e Danilo; Robson e Bruno Luiz (Hyantony). |
| Técnico: Vanderlei Luxemburgo. | Técnico: Toninho Andrade. |
| Gols: Jean, aos 12, e Hyantony, aos 33 do segundo tempo. | |
| Cartões amarelos: Maldonado, Felipe e Fierro (Flamengo); Bruno Luiz e Marcos (Macaé). | |
| Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda/RJ. Data: 17/04/2011. Árbitro: Philip Georg Bennett. Auxiliares: Luiz Cláudio Regazone e Diogo Carvalho Silva. Público pagante: 3534. Público presente: 5330. Renda: R$ 61.420, 00 | |
17/04/2011 18h00 - Atualizado em 17/04/2011 18h24
Botafogo vence o América, mas está eliminado do Campeonato Carioca
Rivais não tropeçam e impedem que Glorioso entre na zona de classificação. Clube fica fora de semifinal de turno pela primeira vez desde a TG de 2007
O Botafogo entrou em campo, neste domingo, contra o América, sabendo que não dependia apenas de suas forças para se classificar para a semifinal da Taça Rio. O clube até fez sua parte e venceu a partida, disputada em São Januário, por 3 a 1 (com dois gols de Lucas e um de Loco Abreu, para o Botafogo. Bruno Reis descontou), mas os resultados da rodada deixaram o atual campeão carioca fora da competição. Esta é a primeira vez desde a Taça Guanabara de 2007 que o clube fica fora de uma semifinal de turno.
Com a vitória, o Botafogo foi a 14 pontos e terminou a Taça Rio em terceiro lugar do Grupo B. Fluminense, que bateu o Nova Iguaçu por 1 a 0, e Olaria, que empatou com o Vasco por 2 a 2, são os dois classificados da chave para a semifinal da Taça Rio.
Ao fim da partida, os poucos torcedores presentes ao estádio (1558) lembraram que o time alvinegro não terá tempo para remoer a eliminação. Nesta quarta, a equipe encara o Avaí, na Ressacada, pela Copa do Brasil. No primeiro jogo, as equipes empataram em 2 a 2 e, por isso, o Leão joga com a vantagem de poder empatar por 0 a 0 ou 1 a 1.
Por sua vez, o América, que foi rebaixado no Campeonato Carioca, se prepara agora para a disputa da Copa Rio, que dá vaga na Série D e na Copa do Brasil.
Sem vaias e no ataque
Ao contrário dos últimos jogos, a torcida do Botafogo começou a partida apoiando o time, sem vaiar nenhum jogador. Em campo, a equipe pressionou o América para buscar os gols necessários para sonhar com a classificação. E nem foi preciso muito esforço para conseguir balançar as redes. Mesmo sem dar nenhum chute, o Glorioso ficou em vantagem no placar logo aos 13. Somália tocou para Lucas na direita e o lateral cruzou fechado. O goleiro Paulo, do América, tentou tirar, mas mandou para dentro de seu próprio gol. Mesmo com o gol, o Botafogo seguia fora da zona de classificação, já que o Olaria também vencia o Vasco. O telão de São Januário, entretanto, não mostrava os resultados dos outros jogos.
A superioridade do Botafogo fez com que o time quase ampliasse algumas vezes o placar. Cidinho, que fez uma boa estreia no time titular, obrigou Paulo a fazer boa defesa após receber passe em profundidade, ganhar na corrida e chutar cruzado. Em outra jogada, o meia ainda tentou bater colocado, após driblar dois adversários. O chute saiu ao lado.
Jogada parecida havia feito Loco Abreu minutos antes. O uruguaio roubou a bola de um adversário, partiu para cima e iludiu dois antes de chutar para fora. O jogador também chegou perto do alvo depois de receber na entrada da área, dominar e chutar no canto. A bola passou tirando tinta do gol.
Apesar de estar rebaixado, o América mostrou espírito de luta e tentou dificultar a vida do Botafogo. Mesmo assim, o Diabo só ameaçou o goleiro Jefferson no primeiro tempo em um chute cruzado de Paulo Reis. O goleiro alvinegro, entretanto, fez boa defesa e impediu o gol de empate.
Mudanças, vitória e frustração
Apesar da vitória parcial, Caio Junior parece não ter gostado da atuação de sua equipe no primeiro tempo. No intervalo, o treinador tirou Everton e Guilherme e colocou Bruno Tiago e Lucas Zen. Lucas, apesar de ser volante, atuou improvisado na lateral-esquerda. A mudança no meio se mostrou acertada logo aos 10, quando Bruno fez boa jogada na área e tocou para Loco Abreu ampliar.
Minutos antes, o Glorioso quase ampliara, em boa trama de Lucas e Herrera na direita. O atacante recebeu na grande área e tocou para Cidinho chutar. O zagueiro Arcelino salvou em cima da linha. O meia teve outra boa chance em jogada individual, mas chutou para fora.
Longe de São Januário, o Olaria seguia vencendo o Vasco e o Fluminense derrotava o Nova Iguaçu, resultados que eliminariam o Botafogo. Mesmo assim, o time alvinegro ainda teve forças para buscar o terceiro. Lucas cobrou no ângulo falta sofrida por Bruno Tiago. Com o jogo decidido, o Botafogo diminuiu o ritmo e o América aproveitou para diminuir. Bruno Reis cobrou falta no canto esquerdo de Jefferson.
No apito final do juiz, o Glorioso não pôde comemorar a vitória. A eliminação da Taça Rio foi avisada pelas arquibancadas: "Não é mole não, Copa do Brasil agora é obrigação"
Com a vitória, o Botafogo foi a 14 pontos e terminou a Taça Rio em terceiro lugar do Grupo B. Fluminense, que bateu o Nova Iguaçu por 1 a 0, e Olaria, que empatou com o Vasco por 2 a 2, são os dois classificados da chave para a semifinal da Taça Rio.
Ao fim da partida, os poucos torcedores presentes ao estádio (1558) lembraram que o time alvinegro não terá tempo para remoer a eliminação. Nesta quarta, a equipe encara o Avaí, na Ressacada, pela Copa do Brasil. No primeiro jogo, as equipes empataram em 2 a 2 e, por isso, o Leão joga com a vantagem de poder empatar por 0 a 0 ou 1 a 1.
Por sua vez, o América, que foi rebaixado no Campeonato Carioca, se prepara agora para a disputa da Copa Rio, que dá vaga na Série D e na Copa do Brasil.
Sem vaias e no ataque
Ao contrário dos últimos jogos, a torcida do Botafogo começou a partida apoiando o time, sem vaiar nenhum jogador. Em campo, a equipe pressionou o América para buscar os gols necessários para sonhar com a classificação. E nem foi preciso muito esforço para conseguir balançar as redes. Mesmo sem dar nenhum chute, o Glorioso ficou em vantagem no placar logo aos 13. Somália tocou para Lucas na direita e o lateral cruzou fechado. O goleiro Paulo, do América, tentou tirar, mas mandou para dentro de seu próprio gol. Mesmo com o gol, o Botafogo seguia fora da zona de classificação, já que o Olaria também vencia o Vasco. O telão de São Januário, entretanto, não mostrava os resultados dos outros jogos.
A superioridade do Botafogo fez com que o time quase ampliasse algumas vezes o placar. Cidinho, que fez uma boa estreia no time titular, obrigou Paulo a fazer boa defesa após receber passe em profundidade, ganhar na corrida e chutar cruzado. Em outra jogada, o meia ainda tentou bater colocado, após driblar dois adversários. O chute saiu ao lado.
Jogada parecida havia feito Loco Abreu minutos antes. O uruguaio roubou a bola de um adversário, partiu para cima e iludiu dois antes de chutar para fora. O jogador também chegou perto do alvo depois de receber na entrada da área, dominar e chutar no canto. A bola passou tirando tinta do gol.
Apesar de estar rebaixado, o América mostrou espírito de luta e tentou dificultar a vida do Botafogo. Mesmo assim, o Diabo só ameaçou o goleiro Jefferson no primeiro tempo em um chute cruzado de Paulo Reis. O goleiro alvinegro, entretanto, fez boa defesa e impediu o gol de empate.
Mudanças, vitória e frustração
Apesar da vitória parcial, Caio Junior parece não ter gostado da atuação de sua equipe no primeiro tempo. No intervalo, o treinador tirou Everton e Guilherme e colocou Bruno Tiago e Lucas Zen. Lucas, apesar de ser volante, atuou improvisado na lateral-esquerda. A mudança no meio se mostrou acertada logo aos 10, quando Bruno fez boa jogada na área e tocou para Loco Abreu ampliar.
Minutos antes, o Glorioso quase ampliara, em boa trama de Lucas e Herrera na direita. O atacante recebeu na grande área e tocou para Cidinho chutar. O zagueiro Arcelino salvou em cima da linha. O meia teve outra boa chance em jogada individual, mas chutou para fora.
Longe de São Januário, o Olaria seguia vencendo o Vasco e o Fluminense derrotava o Nova Iguaçu, resultados que eliminariam o Botafogo. Mesmo assim, o time alvinegro ainda teve forças para buscar o terceiro. Lucas cobrou no ângulo falta sofrida por Bruno Tiago. Com o jogo decidido, o Botafogo diminuiu o ritmo e o América aproveitou para diminuir. Bruno Reis cobrou falta no canto esquerdo de Jefferson.
No apito final do juiz, o Glorioso não pôde comemorar a vitória. A eliminação da Taça Rio foi avisada pelas arquibancadas: "Não é mole não, Copa do Brasil agora é obrigação"
| Paulo Wanzeler; Michel, Alan, Arcelino e Assis; Léo Oliveira (Emerson), Leandro, Bruno Reis e Paulo Roberto; Guilherme (Ruy) e Wellington. | Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, João Filipe e Guilherme (Lucas Zen); Arévalo, Somália, Cidinho e Everton (Bruno Tiago); Herrera e Loco Abreu (Caio). |
| Técnico: Marcelo Buarque | Técnico: Caio Junior |
| Gols: Lucas, aos 13 do primeiro tempo e aos 36 do segundo tempo, e Loco Abreu, aos 10 do segundo tempo para o Botafogo. Bruno Reis, aos 45 do segundo tempo, para o América. | |
| Cartões amarelos: Guilherme (Botafogo) e Alan, Bruno Reis, Leandro e Michel (América). Cartão vermelho: Ruy (América) | |
| Estádio: São Januário. Data: 17/4/11. Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá. Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio dos Santos Pessanha. | |
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