09/02/2011 12h10 - Atualizado em 09/02/2011 13h21
Preparador pede cautela com Valdivia e vê Lincoln 'à frente'
Chileno está liberado pelo departamento médico do Palmeiras, mas ainda inspira cuidados. Já o outro meia pode retornar mais rapidamente ao time
desde novembro (Foto: Agência Estado)
- Muito cuidado em relação a isso. Ele vem fazendo um trabalho, mas é diferente treinar fisicamente e entrar em trabalho com bola, que envolve várias situações, choques, movimentos de intensidade... Colocamos ele ontem (terça) à tarde para treinar com bola, mas é muito cedo para prever uma data. É uma pré-temporada que colocamos para ele - explicou Sbragia.
A preocupação com Valdivia não é sem motivo. No ano passado, os problemas na coxa foram recorrentes e fizeram com que ele passasse algumas vezes pelo departamento médico. Na última delas, após sentir dores contra o Atlético-MG, pela Copa Sul-Americana, em novembro, ele parou para o tratamento e não joga desde então.
- Estamos indo para a oitava rodada do Paulista, um campeonato com intensidade. Um atleta que não participou de jogo vai estar aquém dos demais. Nós o colocamos numa situação dessas, vai estar sempre correndo atrás e tendo um desgaste maior. Temos de saber o momento certo para dar segurança ao atleta jogar com qualidade. Pode ser que ele volte sábado, ou contra o Mogi Mirim, ou contra o Comercial do Piauí. Se eu falar uma data, estarei chutando - comentou o preparador físico.
O meia Lincoln, que tinha um edema na coxa esquerda, está mais próximo do retorno, de acordo com a avaliação do departamento.
- Tem de observar o atleta pessoalmente. O Lincoln está um pouco à frente, já está com mais intensidade, também voltou com bola. Vamos observar para colocar com cautela e segurança. Não adianta correr agora e ter problemas depois - analisou o preparador físico.
09/02/2011 13h22 - Atualizado em 09/02/2011 13h22
Rafael no banco dos réus por sua expulsão contra a Ponte Preta
Goleiro santista vai a julgamento na próxima segunda-feira e pode pegar de um a seis jogos de gancho no Paulistão
(Foto: Divulgação / Site Oficial do Santos FC)
A Procuradoria do TJD/SP denunciou Rafael com base no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportivo (praticar jogada violanta). O jogador alvinegro pode pegar de uma a seis partidas de gancho.
As informações são do site Justiça Desportiva.
Presidente mostra 'alívio' sem Ronaldinho e foca esforços na base
Arnaldo Tirone deseja utilizar mais jogadores revelados pelo Palmeiras, e diz que negociação frustrada com estrela acabou sendo o melhor desfecho
(Foto: Mauricio Val / VIPCOMM)
- Sou de uma época em que o dirigente chegava com carro importado, jogador não tinha nem carro. Hoje em dia o dirigente chega com carro meia-boca, e o jogador entra com carro blindado. Quem ganha dinheiro hoje em dia é o jogador, merecidamente. Ele é o ator do espetáculo. A gente quer o Ronaldinho, claro. Foi uma boa contratação para o Flamengo, espero que Ronaldinho e Flamengo tenham boa sorte. Mas sinceramente achava que não era um bom momento para o Palmeiras contratar Ronaldinho, por ser uma transição política – disse o presidente.
Para os planos do Palmeiras, a negociação frustrada com Ronaldinho não foi totalmente ruim. Tirone acredita que o time já é bem montado e precisa de poucas peças para estar completo. E para ele, tais peças podem estar nas categorias de base, que são uma das plataformas do novo projeto do clube.
- Claro que não dá para fazer um time todo só com jogadores da base, mas uns três ou quatro podem ser titulares, mesclando-se com jogadores mais experientes que o clube possui. Com R$ 5 milhões dá para tocar o futebol, então precisamos baixar um pouco para chegar a essa realidade. Ainda bem que já temos um time montado – destacou o presidente.
O novo mandatário palmeirense já conversou com o técnico Luiz Felipe Scolari sobre esse assunto, e ambos estão em boa sintonia. Neste Campeonato Paulista, Felipão tem utilizado bons valores revelados pelo clube, como o atacante Patrik, que vem entrando bem ao longo dos jogos. Sem contar o lateral-esquerdo Gabriel Silva, que pode cavar uma vaga entre os titulares quando retornar da Seleção sub-20.
Grupo 5: adversários tradicionais não tiram o sono do favorito Santos
Colo Colo e Cerro não andam inspirados para incomodar Neymar & Cia.
Palpite do blog La Pelota:"Com Elano, ao lado de Neymar e Ganso, o Santos tem tudo para ir bem longe na Libertadores. A boa campanha pode começar na fase de grupos. Há que se ter atenção ao Colo-Colo, que, embora não tenha empolgado sua apaixonada torcida, tem tradição e potencial no elenco para ser o rival mais duro. O Cerro Porteño mostrou pouco na primeira fase, e o Táchira não parece ter muito mesmo para mostrar."
1º Santos
2º Colo-Colo
3º Cerro Porteño
4º Deportivo Táchira
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Libertadores (Foto: André Costa / Agência Estado)
O retorno de Elano e o reforço de Charles para o meio-campo fortaleceram a equipe, que anda desfalcada também de Arouca, contundido. Jonathan, para a lateral direita, Maikon Leite e Diogo, ex-Fla, para o ataque, deixaram o elenco mais poderoso ainda do que o de 2010.
Olho neles: Neymar é uma das apostas para craque não só do Santos, mas também da competição. E Ganso pode aparecer também a tempo de dividir com o companheiro as honras de destaque. É a dupla mais forte da Libertadores.
Curiosidade: em 2007, o Peixe conseguiu chegar às semifinais da competição, mas acabou eliminado pelo Grêmio, que perdeu a decisão para o Boca Juniors.
Time-base (4-4-2): Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo: Charles, Possebon (Arouca), Elano e Robson (Ganso); Neymar e Maikon Leite (Keirrison).
Técnico: Adilson Batista
Opinião: "O Santos está no mesmo caso do Fluminense. Tem o melhor elenco do Brasil e enfrentará três clubes conhecidos, mas é melhor e deve passar para a segunda fase. O time hoje tem os maiores talentos do país, Neymar e Paulo Henrique Ganso, e esta será a primeira Libertadores deles. O Colo Colo chega sempre como um adversário a ser respeitado, mas nem tem passado da primeira fase. O Cerro Porteño, a mesma coisa. Com camisa, tradição, sempre patina. O Deportivo Táchira apresenta bons momentos, mas não o vejo como um time perigoso para o Santos."
Lédio Carmona, comentarista do SporTV (visite o blog)
Olho nele: Luis Cáceres é o grande pensador do time e a grande esperança para conduzir o time à segunda fase.
Curiosidade: O Cerro vai para a sua 34ª Libertadores, mas jamais conseguiu faturá-la.
Time-base (4-4-2): Diego Barreto, Cesar Benítez, Mariano Uglesich, Luis Cardozo, Iván Piris, Luis Cáceres, Javier Villareal, David Mendoza, Jonathan Fabbro, Juan Lucero e Fredy Bareiro (Nanni).
Treinador: Javier Torrente
Opinião: "A equipe conseguiu classificação para o Grupo 5 após vencer o Deportivo Petare-VEN na primeira fase da competição. Com sacrifício, já que garantiu a vaga na primeira partida ao vencer por 1 a 0 em casa, a equipe mostrou que terá de trabalhar muito se quiser se classificar para a fase de mata-mata da competição. Treinado por Javier Torrente, a principal estrela da equipe é Roberto Nanni."
Vinicius Bordim, do blog Futebol Argentino e profundo conhecedor do futebol sul-americano
muralha no Colo Colo (Foto: Divulgação/Site Oficial)
Olho neles: o goleiro Castillo não teve passagem brilhante pelo Botafogo, mas é cercado de expectativa de que seja a muralha da equipe chilena. Rodrigo Millar é o mais talentoso e promete aprontar.
Curiosidade: na Libertadores do ano passado, o Cacique, que não vai a uma final desde 1991, quando foi campeão, ficou na primeira fase e enfrentou um brasileiro, o Cruzeiro.
Time-base (4-2-2-2): Castillo; Ormeño, Scotti, Toto (Alayes) e Jerez; Salcedo, Millar; Fuenzalida, Jorquera; Miralles e Paredes.
Treinador: Diego Cagna.
Opinião: "O Colo Colo começa a Libertadores com muitas perguntas. O técnico Diego Cagna não conseguiu dar ainda um padrão de jogo à equipe. Em 2010, perdeu o título chileno na reta final de forma inacreditável, apesar de uma vantagem de sete pontos sobre o U. Católica. Este ano, o elenco passou por muitas mudanças. Perdeu jogadores como Arturo Sanhueza, Rodrigo Melendez e Miguel Riffo. Saiu também o colombiano Macnelly Torres. Chegaram o goleiro Juan Castillo, ex-Botafogo, e, para a zaga, Agustín Alayes, ex Newell's Old Boys, e Álvaro Orme, ex-Gimnasia y Esgrima de La Plata. Eles se juntam a uma equipe que tem, entre outros, Rodrigo Millar, convocado por Marcelo Bielsa para a Copa na África do Sul, e Andrés Scotti, zagueiro da seleção uruguaia. O Colo Colo joga com linha de quatro, com um meia, típico camisa 10, para servir os dois atacantes, Miralles e Paredes, que têm mobilidade, velocidade e definem bem."
Alfredo Martinez Cortes, do jornal "Las Últimas Notícias".
Jorge Luis Pinto (Foto: Divulgação/Site Oficial)
Olho nele: O bom toque de bola e a diferenciada visão de jogo do meia-atacante colombiano Sebástian Hernández são o grande trunfo da equipe. O jogador é a maior aposta do técnico Jorge Luis Pinto.
Curiosidade: O time participará da Libertadores pela 13ª vez em sua história.
Time-base (4-3-1-2): Sanhouse; Chacon, rouge, Moreno, Yeguez; Fernandez, Guerrero, Parra, Hernandez Gutierrez, e Herrera.
Treinador: Jorge Luis Pinto.
Opinião: "Tem de longe o melhor plantel da Venezuela. Em sua primeira experiência à frente de uma equipe de massa, o colombiano Jorge Luis Pinto o levou ao título. O trio de ataque, formado pelos colombianos Hernández e Herrera e o chileno Gutierrez, é letal. O objetivo é passar à fase de grupos e fazer uma boa campanha na competição. Ainda que não tenha se reforçado de jogadores de renome, tem elenco suficiente para tentar igualar sua melhor participação no torneio, quando chegou às quartas de final."
Allan Hrastoviak, editor do site www.venezuelaesfutbol.com
09/02/2011 07h50 - Atualizado em 09/02/2011 09h23
Grupo 3: Flu é o favorito, mas terá pela frente clubes com camisa
Nacional tem tricampeonato da Libertadores, América já eliminou brasileiros e Argentinos Juniors, quando ganhou em 1985, passou pelo Tricolor
Palpite do blog La Pelota:"Duríssimo. Cada ponto conquistado pode ser útil, já que não há nenhuma baba no grupo. A falta de ritmo de jogo competitivo nas primeiras rodadas pode tirar o Argentinos Juniors da parada. A briga entre os outros três vai ser grande, mas o Fluminense está com mais elenco e tem bala na agulha para se dar bem. Entre um Nacional bem reforçado e um América vivendo lua de mel com o novo treinador, uma disputa dura para sair o segundo classificado. Podem pesar o interesse no torneio e a tradição."
1º Fluminense
2º Nacional
3º América
4º Argentinos Juniors
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conta com meia argentino (Foto: Photocamera)
Na Libertadores, o Flu amargou um vice em 2008, Muricy, que disputou quatro Libertadores seguidas pelo São Paulo, também bateu na trave em 2006, na final contra o Inter. Os dois, juntos, têm motivos de sobra para desta vez não deixar o título escapar. Com um elenco com peças de reposição, a boa notícia é que Fred está num começo de temporada como há muito não se via. Mas Deco e Emerson vãoi ficar fora de combate no começo. Sorte é que Souza chegou e promete, com sua experiência, ser muito útil. Rafael Moura, o He-Man, Edinho, Araújo e o goleiro Diego Cavallieri também se juntam ao elenco para dar mais força. Na estreia, nesta quarta, o time não terá Fred, suspenso.
Olho neles: craque do Brasileirão 2010, Conca, recém-operado do joelho, tem tudo para voar em 2011 e fazer a diferença. Ainda mais na boa companhia de Fred, que tem mostrado no Campeonato Carioca estar bem melhor fisicamente do que no ano passado.
Curiosidade: nos últimos quatro anos, o Tricolor tem chegado bem em competições importantes. Em 2007, conquistou a Copa do Brasil; em 2008 e 2009, foi vice da Libertadores e da Sul-Americana. E no ano passado, ganhou o Brasileirão.
Time-base: Diego Cavallieri, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho (Valencia), Diguinho, Souza (Deco) e Conca; Fred e Rafael Moura (Emerson).
Opinião: "A chave tricolor tem um forte, que é o Fluminense, e três conhecidos. Só que o América do México acabou de demitir o técnico. Não se pode apostar muito nele, apesar da tradição e da pressão que provoca nos adversários quando joga no México, diante da sua torcida. O Nacional do Uruguai tem feito boas Libertadores, mas não costuma se dar bem com clubes brasileiros. O Argentinos Juniors se classificou para a Libertadores mas não está num bom momento. Tudo isso, além do fato de o Flu ter o melhor elenco do Brasil, ao lado do Santos, faz dele um favorito. Acho que vai se classificar."
Lédio Carmona, comentarista do SporTV (visite o blog)
na competição sul-americana (Foto: Getty Images)
A ordem é tentar superar a campanha de 2002, quando chegou às semifinais e foi eliminado pelo brasileiro São Caetano. Seis anos depois, com o carrasco Cabañas em forma, a vingança foi em cima de Flamengo e Santos.
Olho neles: em forma, Rosinei e Pardo ditam o ritmo do time com bom toque de bola. Mas a maior esperança é Olivera, habilidoso meia, que promete ser o grande garçom dos atacantes Vuoso e Daniel Márquez.
Curiosidade: ídolo da torcida, o atacante Cabañas, grande algoz de Fla e Santos em 2008, que resistiu a um atentado no qual foi baleado na cabeça, deixou o clube em meio a uma briga judicial, cobrando dívidas.
Time-base (4-3-1-2): Ochoa; Layún, Valenzuela, Mosquera, Rojas; Reyna, Pardo, Olivera; Montenegro; Vuoso, Sánchez.
Treinador: Carlos Reinoso
Opinião: "É a equipe mais cara da Libertadores, com exceção dos grandes brasileiros. Acumula várias temporadas de maus resultados. Há algumas semanas o técnico Carlos Reinoso - uma glória do clube - assumiu o cargo e os "Águias parecem ter recuperado a mística e a capacidade ofensiva. No estádio Azteca, podem sempre ser um adversário complicado. Vicente Vuoso voltou a fazer gols e é muito perigoso na área. Se Vicente Sánchez e Daniel Montenegro conseguirem municiar o companheiro de ataque, o América será novamente um time enjoado, o que foi na última Libertadores que disputou. O rival a ser vencido no grupo é o Fluminense. Mas os americanos, em princípio, competirão pelo segundo lugar com o Nacional.
Ariel Judas, da Rádio Marca, do Marca.com
Juniors, que voltará à competição (Foto: AFP)
Olho nele: sem Ortigoza, o técnico Pedro Troglio conta com Mercier, queridinho de Maradona, para manter o bom equilíbrio no meio-campo.
Curiosidade: uma coincidência anima os argentinos e preocupa os tricolores: o time voltou a conquistar o Argentino 26 anos depois, mesmo caso do Fluminense. E, em 1985, quando estiveram juntos na Libertadores, os hermanos foram campeões...
Time-base (3-4-1-2): Navarro, Sabia, Torrén, Gentiletti; Prósteri, Ortigoza, Mercier, Escudero; Sánchez Prette; Niell e Salcedo (ou Vargas).
Treinador: Pedro Troglio
Opinião: "O clube do bairro La Paternal, que fica em Buenos Aires, conquistou a Libertadores de 1985 e volta à competição para integrar o 'grupo da morte'. O ponto forte da equipe dirigida pelo técnico Pedro Troglio está na solidez do meio-campo e no bom contra-ataque. Niell desequilibra com sua velocidade no ataque. O time é bom quando joga em seu estádio, de dimensões reduzidas. Para passar da primeira fase contra América do México, Nacional e Fluminense, sonha conquistar os nove pontos que disputará em casa. Já como visitante, não mostra o mesmo nível de jogo."
Elias Perugino, da revista 'El Gráfico'.
Blog Futebol Argentino: veja como chega cada clube nesta Libertadores 2011
Olho neles: Robert Flores é o homem de criação do Nacional. Dos seus pés saem as melhores jogadas. Mas é bom ficar de olho também num velho conhecido dos brasileiros: o atacante Peralta, que jogou no Flamengo em 2006 e participou da conquista da Copa do Brasil, parece que está agora com a cabeça de lugar. Habilidoso, pode fazer a diferença.
Curiosidade: nos três anos em que o Nacional conquistou a Libertadores (1971-1980-1988) não decepcionou no fim da temporada: sagrou-se também campeão mundial interclubes.
Time-base (3-3-1-3): Muñoz, Marques, Lembo e Coates; Pereyra, Píriz e Cabrera; Flores; Viudez, García e Peralta.
Treinador: Juan Ramón Carrasco.
Opinião: "Com a chegada de Juan Ramón Carrasco para o comando técnico, o time se candidata a ir muito longe na Libertadores. Ele é um treinador que aposta num futebol ofensivo, com sistema tático 3-3-1-3 ou o 4-3-3. Ou seja: privilegia sempre o esquema com três jogadores no ataque. Até agora, prevaleceu um bom desempenho coletivo. O time caiu num grupo difícil, com América do México, Fluminense e Argentinos Juniors. Conseguir a classificação na fase de grupos é um desafio... mas o Nacional pode ir muito longe."
Daniel Rosa, do jornal "El Pais"
09/02/2011 07h50 - Atualizado em 09/02/2011 08h47
Grupo 6: para chegar ao tri, Inter aposta em quarteto argentino
Bolatti e Cavenaghi se juntam e Guiñazu e D'Alessandro no Colorado, que terá pela frente Emelec, Jaguares e Jorge Wilstermann
Palpite do blog La Pelota:"Grupo bom para o atual campeão mostrar autoridade no caminho para o tri. Pode fazer um Gre-Nal disputando quem soma mais pontos na fase de grupos e leva a vantagem de decidir em casa na hora que a briga esquentar. O Jaguares pode atrapalhar, mas para isso vai precisar ter o time inteiro, sem tantas lesões. Desfalcado, dá espaço para o Emelec sonhar com o mata-mata."
1º Internacional
2º Jaguares
3º Emelec
4º Jorge Wilstermann
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Internacional (Foto: Lucas Uebel / VIPCOMM)
Cavenaghi leva vantagem por já ter feito dupla com D'Ale no River Plate. Mas a diretoria contratou ainda Zé Roberto, que deixou o Vasco para disputar a Libertadores com chance de conquistar o título. O time ainda contará com a força de Tinga e a estrela de Rafael Sóbis, importante no bicampeonato. Detalhe: o arquirrival, o Grêmio, também está na disputa pelo tri. Por isso, a sede de continuar mandando nas América vai aumentar.
Olho neles: D'Alessandro promete fazer um ano impecável e conduzir a equipe colorada ao tri. Rafael Sóbis é uma espécie de amuleto e pode ser decisivo.
Curiosidade: não há empecilho para os quatro argentinos jogarem juntos a Libertadores. Na Libertadores, não há limites de estrangeiros. Mas no Brasileirão e nos regionais, só três podem atuar.
Time-base (4-3-2-1): Lauro, Nei, Bolivar, Sorondo (ou Rodrigo) e Kleber; Bolatti, Tinga e Guinazu; D'Alessandro e Zé Roberto (ou Sóbis); Cavenaghi.
Treinador: Celso Roth.
Opinião: "O Inter é copeiro como o Grêmio. Pegou também uma chave mais fácil, que dará tempo de arrumar o time para a segunda fase. Tudo bem que ainda vai pegar uma altitude na Bolívia, contra o Jorge Wilstermann, ainda se recupera do trauma do Mazembe no Mundial de Clubes e terá de entrosar os novos contratados, o Zé Roberto, o Bolatti e o Cavenaghi. Mesmo assim, sem entrosamento, acho que ainda passa tranquilo no seu grupo. Não vejo Emelec e Jaguares criando problemas sérios. O pós-Mazembe é a grande expectativa para a sequência do time. E pela experiência, não descarto a possibilidade de o Colorado ganhar essa Libertadores. A camisa tem tradição, o adversário respeita, faz cerimônia. Isso é importante. E Rafael Sóbis terá a grande chance de se consolidar como um grande jogador."
Time-base (4-3-2-1): Lauro, Nei, Bolivar, Sorondo (ou Rodrigo) e Kleber; Bolatti, Tinga e Guinazu; D'Alessandro e Zé Roberto (ou Sóbis); Cavenaghi.
Treinador: Celso Roth.
como meia na equipe do Emelec (Foto: AFP)
Olho nele: quem inspira cuidados dos adversários é o lateral-direito Carlos Quiñones, que atua um pouco como meia nos seus avanços, em que cria boas jogadas ofensivas.
Curiosidade: a origem do nome do clube vem da sigla formada pela Empresa Eléctrica del Ecuador, a conhecida Emelec. Alguns dos empregados da empresa fundaram, em 1929, o Club Sport Emelec.
Time-base: Javier Klimowicz; Carlos Quiñónez, Gabriel Achilier, José Luis Quiñónez, Oscar Baguí; Pedro Quiñónez, David Quiroz, Édison Méndez, Ángel Mena; Dennys Hurtado e C. Menéndez.
Treinador: Omar Asad
Opinião: "Campeã do primeiro turno do Campeonato Equatoriano no início de 2010, a equipe perdeu o título para a LDU no fim do ano e um de seus principais jogadores para o futebol mexicano, o artilheiro Jaime Ayoví. Apesar disso, contratou o treinador argentino Omar Asad, um dos melhores de 2010 na Argentina. Ademais, o clube contratou Edison Méndez, equatoriano que se destacou na LDU e estava no Atlético Mineiro, e manteve José Luís Quiñonez, ídolo de sua torcida. No mesmo grupo de um dos favoritos ao título, o Internacional, deve brigar pela segunda vaga com o Jaguares do México."
Vinicius Bordim, do blog Futebol Argentino e profundo conhecedor do futebol sul-americano.
2009 pela LDU (Foto: Divulgação/Site Oficial)
Olho neles: o time perdeu o meia brasileiro Danilinho, negociado para o Tigres, mas ganhou o experiente Manso, campeão continental em 2009 pela LDU. O argentino tem tudo para fazer boa dupla com o colombiano Jackson Martínez, cobiçado pelo River Plate.
Curiosidade: o Jaguares de Chiapas é o clube mais jovem desta Libertadores: foi criado em junho de 2002. Portanto, parte para os nove anos de existência.
Time-base: (5-3-2): Villalpando (Villaseñor); Valdez, Fuentes, Martínez, Serrano, Rojas; Hernández, Esqueda, Rodríguez; Manso e J. Martínez (Pedroza).
Técnico: José Guadalupe Cruz.
Opinião: "É uma equipe mexicana que talvez não considere a Libertadores sua prioridade. Começou o Torneio Clausura cercado de dúvidas, mas tem jogado bem e superou com tranquilidade o Alianza Lima na fase prévia da Libertadores. O técnico José Guadalupe Cruz é ofensivo, um discípulo de Ricardo La Volpe. A equipe de Chiapas tem bons jogadores. Destacam-se o uruguaio Jorge "Japo" Rodríguez, o meia-atacante argentino Damián Manso (campeão em 2008 pela LDU) e Jackson Martínez, um atacante colombiano espetacular, com muita força física. Durante sua ausência foi bem substituído por "Rooney" Pedroza, fundamental nas partidas contra a equipe peruana. O time mexicano pode ter problemas com o Emelec, que seguramente aspira a ser o acompanhante do Internacional nas vagas para a segunda fase."
Ariel Judas, da Rádio Marca, do Marca.com
para a competição (Foto: Site Oficial do Clube)
A favor do time boliviano, sempre a tão temida altitude de Cochabamba. É bom lembrar que até o Flamengo de Zico, Júnior, Leandro, Adílio & Cia., que conquistou o título de 1981, teve dificuldades para sair de lá com a magra vitória por 1 a 0. Mas este ano o clube será uma zebra e tanto, pois conseguiu a façanha de, no mesmo ano de ser campeão no primeiro semestre, acabar rebaixado no segundo. Portanto, a prioridade será voltar à primeira divisão boliviana. Além disso, o time está todo remodelado.
Olho nele: com tantas mudanças no elenco, cabe ao técnico argentino Marcelo Nevelef, que trocou o Miami F.C. pelo Jorge Wilstermann, entrosar a equipe a tempo para a disputa da Libertadores e a volta à primeira divisão. Não será nada fácil.
Curiosidade: dois brasileiros ilustres vestiram a camisa do Jorge Wilstermann: o atacante Jairzinho, o Furacão da Copa de 1970, atuou por lá entre 1980 e 1981: e Túlio Maravilha, outro ex-Botafogo, esteve no clube boliviano em 2004.
Time-base (4-4-2): Mauro Machado, Euzebio Neto, Juan Brown, Juccelio Domisati e Luis Zapata; Nicolás Mosquera, Ramiro Rodríguez, Cristian Machado e Juan Carlos Ojeda; Ezequiel Abregú e Fabio Mineiro.
Treinador: Marcelo Neveleff.
Opinião: "No ano passado, o clube ganhou o primeiro torneio da Liga Boliviana, o Apertura, e assegurou a classificação para a Libertadores. Mas o elenco tinha deficiências e ainda sofreu com baixas no resto da temporada, o que lhe custou o rebaixamento. Para participar da Libertadores, foi entregue a uma empresa argentina, que está formando um plantel mais sólido para a competição. Até o momento, já haviam chegado 17 jogadores estrangeiros e 12 bolivianos. O novo time só jogou duas partidas, e contra equipes menores."
Ramiro Silles, editor do "La Razón"
09/02/2011 07h50 - Atualizado em 09/02/2011 08h44
Grupo 2: dos times brasileiros, Grêmio tem o caminho mais fácil
Tricolor Gaúcho sai da Pré para pegar Junior, Oriente Petrolero e León
Palpite do blog La Pelota:
"Pela camisa, pela torcida e pelo time, o Grêmio tem tudo para nadar de braçada neste grupo. O jogo em Barranquilla, contra o Junior, deve ser o mais chato da primeira fase. Contra León e Petrolero, dá para pensar em somar seis pontos, que podem ser importantes para ser o melhor classificado da primeira fase. Os colombianos devem ficar com a segunda vaga."
1º Grêmio
2º Junior
3º León de Huánuco
4º Oriente Petrolero
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Grêmio e tem tudo para brilhar (Foto: Vipcomm)
Rodolfo chega para a zaga, e Carlos Alberto e o argentino Damián Escudero para o meio-campo. Com Renato Gaúcho, herói da primeira conquista da Libertadores de 1983, de volta à competição como treinador, a torcida sabe que o time atual não é técnico como aquele...
Mas, com Victor, goleiro de Seleção Brasileira, no gol, uma zaga e meio-campo consistentes, sob a proteção de Fábio Rochemback, o time pode se inspirar no bi aguerrido de 2005, sob o comando de Felipão, para chegar ao tri e se igualar ao São Paulo na hegemonia em títulos de clubes brasileiros. E com o grande rival, o Inter, também na disputa, a conquista seria ainda mais gostosa...
Olho nele: meia habilidoso e raçudo, Douglas tem a cara do Grêmio e condições para comandá-lo dentro de campo na campanha pelo tri.
Curiosidade: em 2009, quando foi semifinalista, o Grêmio foi eliminado por outro clube brasileiro, o Cruzeiro, que também estará na Libertadores 2011.
Time-base (4-4-2): Victor, Gabriel, Paulão, Rodolfo e Gilson; Fabio Rochemback, Adilson, Lúcio e Douglas, Viçosa e André Lima.
Treinador: Renato Gaúcho.
Opinião: "O time do Grêmio, no papel, é razoável. Nem por isso dá para dizer que não possa ser campeão. Em 2007, tinha mais ou menos o mesmo nível e conseguiu ir à final. O clube é copeiro. A tradição pode levá-lo à frente para o título. Além disso, ao contrário dos outros brasileiros, está voltado apenas para a Libertadores. Tem, inclusive, usado time reserva no Campeonato Gaúcho. Vai poder respirar bem na primeira fase Júnior Barranquilla, Oriente Petrolero e Léon de Huánuco não oferecem perigo. O grupo será um bom laboratório para armar o time, que precisa de mais um atacante, para repor a saída do Jonas a preço de banana. Não dá para jogar só com o André Lima na frente."
Lédio Carmona, comentarista do SporTV (visite o blog)
Barranquilla (Foto: Reprodução)
Olho nele: Giovanni Hernandéz, meia e capitão do time e um dos ídolos da torcida, é habilidoso e acabou de renovar contrato. Motivação não falta.
Curiosidade: o goleiro Viera, recém-contratado, é da turma de Chilavert e Rogério Ceni: gosta de bater faltas e pênaltis.
Time-base (4-3-1-2): Sebastián Viera, Sergio Otálvaro, Anselmo de Almeida, John Valencia e Juan David Valencia; José Amaya, John Viáfara e Luis Carlos Ruiz; Giovanni Hernández; Carlos Bacca e Luis Páez.
Treinador: Óscar Héctor Quintabani.
Opinião: "Após ter sido eliminado da Libertadores em 2010, na primeira fase, pelo Racing do Uruguai, o clube de Barranquilla fez nove contratações para poder chegar o mais longe possível na competição este ano. Conservou no elenco o brilhante Giovanni Gutiérrez, e baseado nele espera apresentar um jogo vistoso e convincente. Contratou Luis Páez, goleador da Série B na Colômbia. Além disso, conta com um novo treinador, Óscar Héctor Quintabani. Seu ponto forte para obter a vaga será a força do time quando tem o mando de campo."
Leonardo Duque, do site Futbolred.com
o Oriente Petrolero, da Bolívia (Foto: AFP)
O técnico argentino Ariel Cuffaro Russo, que sonha com classificação, logo ao chegar, teve vários pedidos atendidos: a renovação do contrato do seu compatriota, o zagueiro Schiaparelli, e do meia Vaca, além da contratação do paraguaio Arguello.
Olho neles: conhecido dos brasileiros, o atacante Arce, que passou pelo Corinthians, é da seleção boliviana e perigoso pela velocidade e presença de área. O goleiro Hugo Suárez é esperança da torcida para fechar o gol.
Curiosidade: em 1971, o Oriente Petrolero fez amistoso contra nada mais nada menos do que o Santos de Pelé e a partida teve um placar surpreendente: 4 a 3 para a equipe santista, que suou para superar os bolivianos.
Time-base (4-4-2): Hugo Suárez; Miguel Hoyos, Alejandro Schiapparelli, Gustavo Caamaño e Luis Gutiérrez; Joselito Vaca, Fernando Saucedo, Diego Terrazas e Jhasmani Campos; Mauricio Saucedo e Alcides Peña (Arce).
Treinador: Ariel Cuffaro Russo
Opinião: "É o atual campeão boliviano. Começou a temporada muito forte, com vitórias nas três primeiras rodadas do campeonato nacional. Até o fim do ano passado era dirigido por Gustavo Domingo Quinteros, hoje treinador da seleção boliviana. Agora, quem está no comando é o argentino Ariel Cuffano Russo. O novo técnico manteve o esquema de 2010 e ganhou três reforços, entre eles o do atacante Juan Carlos Arce, ex-Corinthians. Os três setores da equipe são fortes, com destaque para o meio-campo, com jogadores habilidosos. Pelo menos oito jogadores são da seleção boliviana."
Ramiro Silles, editor do "La Razón".
de 34 anos. (Foto: Divulgação/Site Oficial)
Olho nele: é no veterano goleiro Juan Flores, de 34 anos, que a torcida bota fé por uma campanha sem vexames na primeira Libertadores.
Curiosidade: apesar da idade, Juan Flores, que mede 1,95m, não é o mais velho do time. O vovô é G. Salas, que tem 36.
Time-base (3-4-1-2): Flores; Cardoza, Cambindo e Espinoza; Salas, Ferrari, Zegarra e Céspedes; Otálvaro; Orejuela e Rodríguez.
Técnico: Franco Navarro
Opinião: "A primeira participação deste modesto clube peruano na Libertadores não deve ser das mais longas. O surpreendente vice-campeonato nacional fez o time perder alguns jogadores importantes da campanha histórica. Para compensar, o clube investiu em quatorze reforços para que o treinador Franco Navarro tenha um elenco mais equilibrado e com mais opções. Ele deve escalar o time no 3-4-1-2, com o recém-contratado colombiano Otálvaro sendo o cérebro da equipe. O zagueiro Espinoza fez parte da convocação mais recente para a seleção peruana."
Cauê Dias, do blog La Pelota
09/02/2011 08h05 - Atualizado em 09/02/2011 12h55
Grupo 7: Cruzeiro reencontra rival da fase de grupos e final de 2009
Estudiantes acabou tirando da Raposa o sonho do tricampeonato
Palpite do blog La Pelota:"A última semana deixou o Cruzeiro em vantagem no grupo. O técnico Sabella deixou o Estudiantes que montou e levou a vários titulos e o Tolima evitou um confronto brasileiro já na segunda fase. Assim, com um time já formado e testado, os mineiros saem na frente. O Estudiantes vai perder um tempo para se adaptar ao novo treinador, mas certamente tem time para brigar ponto a ponto. Os colombianos já fizeram o que podiam e o Guaraní vai chamar mais a atenção pelas camisas de seu goleiro."
1º Cruzeiro
2º Estudiantes
3º- Guaraní
4º Tolima
da Raposa (Foto: Pedro Vilela / Agência Estado)
Cuca já tem no "hermano" Montillo um garçom e tanto para municiar Thiago Ribeiro e o paraguaio Ortigoza (ou Wellington Paulista). Com Leandro Guerreiro, com quem trabalhou no Botafogo, espera montar um ferrolho mais seguro atrás. No gol, conta com o seguro e experiente Fábio. E o curinga Gilberto, com Copa do Mundo nas costas, deve ajudar e muito. Mas a perda do lateral Jonathan para o Santos vai pesar.
É bom lembrar que o Estudiantes está entalado na garganta. Em 2009, os argentinos, superados na primeira fase pela Raposa, a bateram na grande decisão...
Olho nele: Montillo foi, ao lado de Conca, o destaque no Brasileirão-2010 e tem tudo para repetir as grandes atuações do ano passado, quando no primeiro semestre, no Universidad de Chile, tornou-se o carrasco do Flamengo em plena Libertadores e chamou a atenção dos clubes.
Curiosidade: em seis de suas 12 participações, o Cruzeiro chegou ao menos à semifinal. Foi campeão em 1976 e 1997 e jamais conheceu a eliminação na primeira fase.
Time-base: Fábio, Rômulo, Léo, Gil e Diego Renan; Leandro Guerreiro, Fabrício, Gilberto e Montillo: Thiago Ribeiro e Ortigoza.
Treinador: Cuca.
Opinião: "O grande trunfo do Cruzeiro é o entrosamento. O time mudou muito pouco, perdeu apenas o lateral-direito, o Jonathan, para o Santos. O meio-campo sabe jogar, tem um grande talento, que é o Montillo, e a equipe conhece bem o Estudiantes, seu principal adversário. Além disso, o Cuca solta o time. Isso é bom. Quando se enfrenta um time argentino como o Estudiantes, não se pode ficar atrás. Agora, o Mineirão vai fazer falta na competição. O Mineirão lotado tem sido um caldeirão e tanto, o clube terá que superar essa adversidade. As partidas não serão na capital, e sim no interior..."
Lédio Carmona, comentarista do SporTV (visite o blog)
sobre o Corinthians, na Pré (Foto: AFP)
Olho nele: Murillo toca bem a bola, tem visão de jogo e é um garçom e tanto. Deu os passes para os dois gols na vitória sobre o Timão. Merece uma atenção especial.
Curiosidade: no primeiro ano que disputou a Libertadores, em 1983, o Deportes Tolima aprontou e chegou às semifinais.
Time-base (4-2-2-2): Anthony Silva, Gerardo Vallejo, Yair Arrechea, Julián Hurtado e Félix Noguera; Diego Chará, Gustavo Bolívar, Rafael Castillo e Elkin Murillo; Pablo Gíménez e Wilder Medina.
Treinador: Hernán Torres.
Opinião: "Após eliminar o Corinthians, um dos favoritos na Pré-Libertadores, o time deixou claro que vai entrar na briga pela Libertadores. Apesar disso, ficou num grupo muito difícil, em que terá de enfrentar Guaraní, Cruzeiro e Estudiantes de La Plata. Elkin Murillo e Rafael Castillo chegaram para reforçar a equipe e serão destaques entre os liderados pelo técnico Hernán Torres. A defesa é forte e bem comandada por Julian Hurtado. Grande parte de sucesso no torneio vai depender de como se sairá na frente o bom atacante Wilder Medina."
Leonardo Duque, do site Futbolred.com
ser decisiva para o Estudiantes (Foto: EFE)
Olho neles: Verón está mais velho, mas é como vinho e não pode ser desprezado. E Barrientos será o grande parceiro na criação das jogadas.
Curiosidade: O Estudiantes foi o primeiro clube da América a disputar quatro finais consecutivas da Libertadores, entre 1968 e 1971.
Time-base (4-4-2): Orión; Mercado, F. Fernández, Desábato, Benítez; E. Pérez, Braña, Verón e Barrientos; G. Fernández e R. López.
Treinador: Eduardo Berizzo.
Opinião: "Ao lado do Vélez, é uma das equipes mais fortes do futebol argentino. Tem tudo: organização tática, personalidade, boas jogadas de bola parada e valores que desequilibram. Tem a virtude de não mudar seu estilo de jogo: atua da mesma forma tanto em casa como quando é visitante. O time sabe esperar a hora certa, não se afoba, trabalha bem o jogo e conta com nomes de grande experiência internacional. Acaba de ganhar também o reforço do camisa 10 Barrientos, que dividirá com Verón a armação das jogadas. Embora não esteja em um grupo fácil, sobram-lhe bagagem e tradição suficientes para classificar-se e sonhar com sua quinta Libertadores."
Elias Perugino, da revista "El Gráfico"
Blog Futebol Argentino: veja como chega cada clube nesta Libertadores 2011
Olho nele: o goleiro Aurrecochea é a grande atração do time não só pela técnica, mas pelos uniformes exóticos.
Curiosidade: o Guaraní já teve outro goleiro polêmico, e bem superior ao atual. Era o ídolo paraguaio Chilavert, que defendeu a meta do clube em 1984.
Time-base (4-4-2): Aurrecochea, Filippini, Modinger, Ithurralde e Marecos, Chavez, Ortiz, Paniagua e Mendoza; Julian Benitez e Caballero. Treinador: Carlos Compagnucci
Opinião: "Os paraguaios caíram em um dos grupos mais difíceis da Libertadores. Mesmo sem a presença do Corinthians, terão pela frente Cruzeiro e Estudiantes, duas equipes favoritas ao título, o que dá à equipe a vantagem de entrar em campo sem pressão. Com a saída de Jonathan Fabbro, melhor jogador em 2010 no Paraguai, e do atacante Rodrigo Teixeira, as atenções da equipe estarão voltadas para o goleiro Pablo Aurrecochea, conhecido pelos uniformes exóticos, como fantasias do Batman e personagens dos Simpsons."
Vinicius Bordim, do blog Futebol Argentino
09/02/2011 07h50 - Atualizado em 09/02/2011 11h09
Grupo 4: melhores argentinos e chilenos vão medir forças
Vélez Sarsfield e Universidad Católica levam vantagem na chave
Palpite do Blog La Pelota:"O Vélez é favorito na chave e um dos fortíssimos rivais dos brasileiros para ficar com a taça. Os chilenos correm por fora, e a Católica está mais pronta que o Unión Española. Ao Caracas, resta o papel de franco-atirador, mas haja boa mira para conseguir chegar às oitavas de final."
1º Vélez Sarsfield
2º Universidad Católica
3º Unión Española
4º Caracas
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Olho nele: Edgar Jiménez é um volante que cria mais opções para a equipe. Aos 26 anos, tem o passe preciso e boa visão de jogo.
Curiosidade: fundado em 1967, o clube foi amador até o início dos anos 1980, quando passou a se chamar Yamaha. Em 1984, recebeu o nome Caracas-Yamaha e se profissinalizou para disputar a Série B.
Time-base (4-4-2): Vega; Romero, Nazario, Machado, Briceño; Edgar Jiménez, Lucena, Barahona e Peña; Edwards Jiménez e Cabezas.
Técnico: Ceferino Bencomo.
Opinião: "A equipe vermelha da capital é bem diferente da que, nas últimas edições da competição, tem apresentado bons desempenhos na competição. A direção do clube começou um processo de renovação em que dispensou vários jogadores com história no clube. E será a primeira vez na Libertadores sem a presença do técnico Noel Sanvicente. Entre as principais novidades, estão dois meias talentosos: Peña, que veio por empréstimo do Braga, de Portugal, e o panamenho,Barahona. Outro bom reforço é o zagueiro uruguaio Nazario. Mas o time não deverá passar para a segunda fase."
Allan Hrastoviak, editor do site www.venezuelaesfutbol.com
Española (Foto: Divulgação / Site Oficial)
Olho neles: Cordero foi o herói da classificação, ao marcar o gol sobre o Bolívar fora de casa. Mas é no atacante Martín Liguera que o técnico Sierra deposita todas as esperanças. O conhecido dos brasileiros é Raúl Pipa Estévez, que esteve no Botafogo entre 2004 e 2005.
Curiosidade: o Unión Española já foi vice-campeão da Libertadores em 1975, Seu uniforme é uma homenagem à seleção espanhola.
Time-base (4-2-1-3): Wirth, Figueroa, Espinoza, Olarra e Madrid; Leal, Villagra; Ligüera; Pipa Estévez, Jaime e Monje (Cordero).
Técnico: José Luis Sierra
Opinião: "Desde que o técnico José Luis Sierra, ex-meia do São Paulo nos tempos de Telê Santana, assumiu o comando do Unión Española, os "Rojos" melhoraram seu estilo de jogo. Passaram de equipe só defensiva para uma que não renuncia ao ataque, com três jogadores na frente e muito toque de bola e movimentação no meio-campo. Apesar da saída do goleador Gustavo Canales, mantém um bom padrão ofensivo. Os volantes tocam bem a bola e sabem sair para o jogo, os laterais apoiam com velocidade e municiam o ataque. Em 2010, o time esteve muito irregular sob o comando de Rubén Israel até que apareceu Sierra, ídolo do clube, que mudou o esquema. Com isso chegaram os bons resultados e o bom futebol. Entre os valores com mais experiência, estão o equatoriano Giovanni Espinoza, o uruguaio Martín Ligüera e o argentino Raúl Estévez."
Alfredo Martinez Cortes, do jornal "Las Últimas Notícias"
para Católica (Foto: Divulgação / Site Oficial)
Olho neles: Gutierrez e Pratto formam boa dupla de ataque e têm tudo para arrebentar. Mas dependem do talento do jovem Cañete, que tem a missão de substituir Dario Bottinelli.
Curiosidade: vice-campeão da Libertadores em 1993, o clube tem a terceira maior torcida do Chile.
Time-base (4-3-1-2): Toselli, Valenzuela, Gonzalez, Henriquez e Eluchans; Meneses, Orme, Martinez; Cañete, Gutierrez, e Pratto.
Treinador: Juan Antonio Pizzi.
Opinião: "É o atual campeão do Chile. O time dos 'Cruzados', dirigido por Juan Antonio Pizzi, ex-Barcelona, atua de forma bem ofensiva. Na última temporada, mostrou na reta final do torneio um ataque bastante eficiente, especialmente em jogadas pelas laterais. Mas há sérios problemas no sistema defensivo, sobretudo nas jogadas aéreas e de bola parada. Provavelmente a equipe, bem posicionada do meio para o ataque, sentirá a saída de duas peças-chave no título de 2010: o meia argentino Dario Botinelli, agora no Flamengo, e o capitão da equipe, Milovan Mirosevic, que foi para o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos. Para preencher as vagas no meio-campo, o clube trouxe o argentino Marcelo Cañete, do Boca Juniors, e Tomás Costa de Cluj, na Romênia."
Alfredo Martinez Cortes, do jornal "Las Últimas Noticias"
Vélez e também da Libertadores (Foto: AFP)
Olho neles: os habilidosos meias Moralez, Desábato e Ramírez, além do meia-atacante Martínez, formam um quarteto de qualidade.
Curiosidade: o primeiro time de juniores do clube teve um personagem bastante ilustre: o revolucionário Ernesto Che Guevara.
Time-base (4-3-1-2): Barovero; Cubero, S. Domínguez, Ortiz, Papa; A. Fernández, Razzotti, Zapata; Moralez; J. M. Martínez e Silva.
Treinador: Ricardo Gareca.
Opinião: "É um forte candidato ao título da Libertadores. O treinador, o elenco, torcedores, todos têm essa meta como prioridade em 2011. Tal como o Estudiantes, o time tem solidez defensiva e um meio-campo até mais ordenado, superando o do rival com relação às variações ofensivas. A criatividade de Moralez, a habilidade de Martínez e o poder de fogo do goleador uruguaio Silva são as cartas na manga mais fortes. Deve se classificar no seu grupo sem problemas."
Elias Perugino, da revista "El Gráfico"
Blog Futebol Argentino: veja como chega cada clube na Libertadores
09/02/2011 07h55 - Atualizado em 09/02/2011 10h59
Grupo 8: dinossauros encontram campeão recente e estreante
Independiente e Peñarol terão briga boa com a temida LDU Quito. Um dos estreantes na competição, argentino Godoy Cruz tentará surpreeender
Palpite do blog La Pelota:"Outro grupo muito equilibrado. O Godoy Cruz perdeu o treinador e o craque da histórica campanha da classificação, por isso deve ficar para trás. Incógnita total entre os três competidores restantes. O Independiente está com a alma copeira ativada, a LDU volta com sede à Libertadores e o Peñarol depende do encaixe das novas peças.".
1º LDU
2º Independiente
3º Peñarol
4º Godoy Cruz
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modesto Godoy Cruz (Foto: Reprodução)
De qualquer forma, é dos quatro o que tem menos chances de passar para a segunda fase. Não só pela inexperiência em competições internacionais, mas também pelo fato de ter perdido duas peças-chave na boa campanha de 2010 que conduziu o time ao terceiro lugar no Clausura 2010: o técnico Omar Asad, que montou a equipe, e o camisa 10, David Ramírez, considerado por Riquelme e grande parte da crítica o melhor jogador argentino de 2010. Foi ele o melhor a pôr em prática o esquema de jogo do treinador, privlegiando o bom toque de bola, num time compacto e habilidoso.
Olho nele: com a saída de Ramírez, o destaque do time é o também habilidoso meia Diego Villar, que mesmo sem a companhia do ex-camisa 10, pode criar boas situações para a equipe.
Curiosidade: ao lado do Lanús, é o único clube argentino que não apresentou passivo em 2010.
Time-base (4-4-2): Torrico; Russo, N. Sánchez, Faccioli, Voboril; C. Sánchez, Olmedo, Villar e Cristán Leiva; R. Ramírez e Navarro (Núñez).
Treinador: Jorge Da Silva.
Opinião: "O clube de Mendoza debuta este ano na Libertadores. Só esse feito já deixou satisfeita a sua torcida. O Godoy Cruz participará da Libertadores sabendo que não é candidato ao título. Mas tentará aproveitar bem essa primeira experiência. Sua prioridade será o Campeonato Argentino, já que quer se consolidar na Primeira Divisão após a temporada brilhante em 2010. A saída do seu treinador (Omar Asad) determinou mudança no esquema, agora mais conservador. No entanto, manterá o bonito estilo de jogo de tratar bem a bola e valorizar as jogadas pelas laterais do campo. O ponto fraco é a inexperiência internacional."
Elias Perugino, da revista "El Gráfico"
Blog Futebol Argentino: veja como chega cada clube nesta Libertadores 2011
Olho nele: Matías Defederico, já mais entrosado com o time, tem tudo para mostrar o futebol que não conseguiu no Corinthians e fazer o Independiente brigar por uma vaga à próxima fase.
Curiosidade: o uniforme vermelho foi adotado em tributo ao Nottingham Forest, da Inglaterra, nos primeiros anos da história do clube.
Time-base: Navarro; Tuzzio,Matheu, J. Velázquez, Mareque; Cabrera, Battión, Fredes; Defederico; Parra y Silvera.
Treinador: Antonio Mohamed
Opinião: "O recente campeão da Copa Sul-Americana vai se dedicar totalmente à Libertadores. É o clube mais vezes campeão - tem sete títulos - e sua torcida exige o oitavo. Desde a chegada do técnico Antonio Mohamed, no último trimestre de 2010, o Independiente deixou de ser uma equipe sem alma para transformar-se num conjunto mais concentrado e temido. Mudou a mentalidade do plantel. A base de seu jogo é a firmeza dos zagueiros e volantes no meio-campo. Faltava potência ofensiva, por isso contratou Defederico."
Elias Perugino, da revista "El Gráfico"Blog Futebol Argentino: veja como chega cada clube nesta Libertadores 2011
atuações que deram título em 2008 (Foto: Reuters)
Olho neles: Luis Bolaños, que fracassou no Santos e no Inter, está de volta e, mesmo sem a companhia de Guerrón, promete aprontar no ataque e reviver seus bons momentos. Terá o xará Miller Bolaños, outro bom jogador. Équi González, com passagem apagada pelo Flu, é um retorno aguardado com ansiedade.
Curiosidade: o goleiro Cevallos, herói das últimas conquistas do clube, segue na LDU aos plenos 39 anos, mas na condição de reserva. De qualquer forma, é uma opção para entrar, se o time precisar.
Time base: Alexander Domínguez; Guagua, Araujo e Diego Calderón; Ambrosi, Reasco, Ulisses de La Cruz, Enrique Vera, Équi González; Bolaños e Barcos.
Treinador. Edgardo Bauza.
Opinião: "Campeã em 2008 da competição, em 2009 da Copa Sul-Americana e em 2009 e 2010 da Recopa Sul-Americana, a Liga Deportiva de Quito (LDU) tem levado perigo nas últimas competições internacionais, e nesta Libertadores não será diferente. Campeã equatoriana, a Liga manteve a base da equipe, que conta com Urrutia, De la Cruz e Vera, e trouxe Luis Bolaños e Équi González, dois jogadores que não tiveram muito sucesso em suas passagens pelo Brasil. Conta também com um grande aliado natural, os 2.734 metros de altitude de Quito, onde está seu estádio. No grupo 8, a equipe terá dois argentinos como maior desafio, a surpresa Godoy Cruz e o Independiente, que garantiu sua vaga na fase preliminar. Apesar disso, deve ficar com uma das vagas e dar trabalho na fase eliminatória."
Vinicius Bordim, do blog Futebol Argentino e profundo conhecedor do futebol sul-americano
Peñarol na competição (Foto: Divulgação / Site Oficial)
Olho neles: um goleiro que não deu certo no futebol brasileiro está entre as grandes esperanças do Peñarol para a Libertadores 2011: o goleiro Carini, que andou pelo Atlético-MG. O atacante Olivera, recém-contratado, é outra promessa.
Curiosidade: no banco, Diego Aguirre tem como arma secreta outro velho conhecido da torcida brasileira: o atacante Peralta, que atuou no Flamengo em 2006 e se destacou mais pelas noitadas do que pela boa técnica que possui.
Time-base (4-4-2): Sosa, Corujo, González, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Estoyanoff, Torres, Aguiar e Mier; Pacheco e Olivera.
Treinador: Diego Aguirre.
Opinião: "Ao vencer o Apertura e assegurar vaga na final do Campeonato Uruguaio, em maio, a Copa Libertadores aparece como o grande objetivo para o primeiro semestre de 2011. Cinco vezes campeão (1960, 1961, 1966, 1982 e 1987), os aurinegros voltam a disputar a competição sete anos depois pela mesma mão que os levou: o técnico Diego Aguirre. Se o ataque foi bem reforçado, o time permanece com os velhos problemas defensivos, o que pode ser fatal diante de adversários como LDU, Godoy Cruz e Independiente."
Daniel Rosa, do jornal "El País"
09/02/2011 07h45 - Atualizado em 09/02/2011 08h42
Grupo 1: Libertad e Once Caldas
devem passar para a 2ª fase
Mesmo sem brilho, times são os favoritos num grupo bem mediano
Palpite do blog La Pelota:
"Pelo que fizeram em edições mais recentes da Libertadores e pela consistência na última temporada, Once Caldas e Libertad levam vantagem no grupo. Mas não podem vacilar. O San Luis tem um time ajeitado e o San Martín tem ganhado mais experiência no torneio."
1º - Once Caldas
2º - Libertad
3º - San Luis
4º - San Martín
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Olho nele: o meia Victor Cáceres é o armador e destaque do time. As jogadas passam sempre pelos seus pés. Foi à Copa do Mundo na África do Sul. O atacante Paulo Vich, um argentino de origem croata, com características mais de força, é outro jogador perigoso.
Curiosidade: O Libertad é o clube de coração do Nicholas Leoz, presidente da Conmebol. O estádio, inclusive, tem o nome dele.
Time-base (4-3-3): Tobías Vargas, Carlos Bonet, Pedro Sarabia, Ignacio Canuto e Miguel Samudio; Sergio Aquino, Víctor Cáceres e Jorge González; Rodolfo Gamarra (Ariel Nuñez), Manuel Maciel e Nicolás Pavlovich.
Treinador: Gregorio Pérez.
Opinião: "Com boas campanhas desde 2006, quando o clube era comandado por Gerardo Martino, tinha em seu elenco Guiñazu e foi eliminado nas quartas de final, o clube, que venceu o Clausura paraguaio, chega a esta Libertadores em um dos grupos mais abertos da competição. Por isso, tem plenas condições de garantir uma vaga na fase de oitavas de final. Perdeu Vladimir Marín, um dos destaques do clube, mas consegui manter a base de 2010 com Pedro Sarabia, Sergio Aquino e Rodolfo Gamarra, além de Nicolás Pavlovich."
Vinicius Bordim, do blog Futebol Argentino.
pelo Once caldas (Foto: Divulgação/Site Oficial)
Olho nele: O atacante Dayro Moreno, campeão da Libertadores em 2004 pelo Once, muito rápido e ainda mais experiente, faz a diferença. Foi um dos artilheiros do Campeonato Colombiano 2010.
Curiosidade: o Once Caldas é resultado da fusão em 1959 entre o Once Deportivo e o Deportes Caldas. Atualmente, é o único clube da cidade de Manizales.
Time-base: (4-3-1-2): Luis Martínez, Elkin Calle, Alexis Henríquez, Diego Amaya e Luis Nuñez; Diego Arango, Álex Mejía, Hárrison Henao e Arnulfo Valentierra (Claudio Matías Mirabaje); Wilson Mena (Wason Rentería) e Dayro Moreno.
Treinador: Juan Carlos Osorio.
Opinião: "Sempre que o Once Caldas se classifica para disputar a Taça Libertadores, cresce o desejo, por parte dos seus torcedores, de que o clube repita a inesquecível campanha do título em 2004. Agora, sob o comando do treinador Juan Carlos Osório, espera-se que o time chegue mais longe do que no ano passado, quando foi eliminado na segunda fase. Dez reforços foram contratados para compensar a perda de seis jogadores importantes na conquista do título colombiano de 2010. Dayro Moreno, mais uma vez, é o cara da equipe e do futebol colombiano. Para lhe fazer companhia, Anulfo Valentierra, outro importante na conquista de 2004."
Leonardo Duque, do site Futbolred.com.
Time-base: (4-3-1-2): Luis Martínez, Elkin Calle, Alexis Henríquez, Diego Amaya e Luis Nuñez; Diego Arango, Álex Mejía, Hárrison Henao e Arnulfo Valentierra (Claudio Matías Mirabaje); Wilson Mena (Wason Rentería) e Dayro Moreno.
Treinador: Juan Carlos Osorio.
grande xerife do San Luis (Foto: Reprodução)
Olho nele: o zagueiro e capitão Anibal Matellán, campeão em 2000 pelo Boca Juniors e com passagem pelo Arsenal de Sarandí, dá dignidade à defesa. O atacante peruano Wilmer Aguirre pode fazer fumaça lá na frente...
Curiosidade: classificado para as oitavas em 2009, o clube foi afastado da competição por causa da epidemia da gripe suína no país. Em 2010, para compensar, entrou já classificado para o mata-mata das oitavas.
Time-base (4-4-2): Lozano, Ponce, Hernandez, Matellán e Mares; Torres, Medina, Correa e Arroyo; Lojero (Arce) e Aguirre.
Treinador: Ignacio Ambriz.
Opinião: "O objetivo principal dos "Gladiadores" neste semestre é permanecer na primeira divisão do México. A Libertadores não é sua prioridade. Ambriz é um treinador bastante conservador, mas eficaz. O time é muito organizado, e raramente perde a cabeça. Seus melhores jogadores são o equatoriano Michael Arroyo e o peruano Wilmer Aguirre, que teve uma participação muito boa no Alianza Lima, ano passado. O time está em um grupo muito equilibrado, no qual Libertad e Once Caldas parecem ser mais competentes que seus rivais. Na melhor das hipóteses, conseguirá a classificação como segundo colocado."
Ariel Judas, da Rádio Marca, do Marca.com
peruano do Univ. San Martín (Foto: Divulgação)
Olho neles: o atacante argentino Alemanno, estrela na conquista do título nacional, foi mantido na equipe e é a grande aposta do clube ao lado de Labarthe.
Curiosidade: o clube é o resultado de uma parceria entre empresários e professores da Universidade de San Martín. É também o primeiro clube peruano a se tornar uma empresa de capital aberto.
Time-base (4-4-2): Farro; Corzo, Moreyra, Contreras e Guizasola; Quinteros, Balbín, Hinostroza e Marinelli; Alemanno e Arriola.
Técnico: Aníbal Ruiz
Opinião: "Campanhas consistentes no torneio local têm tornado o atual campeão peruano um clube habituado a disputar a Libertadores, ainda que não tenha conseguido ir muito longe. Experiência também não falta ao treinador Aníbal Ruiz, que ganhou quatro reforços. O principal deles é o meia argentino Marinelli, que chega como dono da camisa 10 e responsável pela armação do time. Mesmo com ele, os amistosos de pré-temporada não empolgaram e o time vai precisar jogar mais para chegar ao mata-mata pela segunda vez na história."
Cauê Dias, do blog 'La Pelota']
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