05/02/2011 13h55 - Atualizado em 05/02/2011 13h55
Luiz Eduardo se espelha em Breno para trilhar seu sucesso no São Paulo
Zagueiro de 17 anos poderá ser a principal novidade da equipe do técnico Paulo César Carpegiani para a partida deste domingo, contra o Botafogo
jogo deste domingo, contra o Botafogo
(Foto: Site oficial do São Paulo FC)
- O Breno chegou e já foi jogando. Da mesma maneira, eu cheguei jogando e quero mostrar o melhor futebol, assim como ele. Espero ter a mesma repercussão que ele teve – afirmou o garoto, natural de Guaíra (SP).
Após disputar a Copa São Paulo de Juniores desse ano, competição na qual o Tricolor foi eliminado na fase de quartas de final, Luiz Eduardo teria um mês de férias. No entanto, com apenas quatro dias de descanso, ele foi surpreendido com a notícia de que seu futebol tinha agradado ao técnico Paulo César Carpegiani e que passaria a treinar com a equipe profissional no CT da Barra Funda.
Marlos durante treinamento no CT do Tricolor
(Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)
- Claro que não fiquei chateado em ter perdido as férias, cheguei aqui feliz da vida. A cada treino, procuro observar muito. Todos estão conversando comigo. Jogando ao lado do Miranda, eu tento pegar as coisas boas dele para me espelhar – lembrou o jogador, que terá uma torcida especial neste domingo.
Como Guaíra fica a 150km de Ribeirão Preto, a família estará presente no estádio para acompanhar o jogo entre Botafogo e São Paulo.
- Será uma alegria. A minha vida já mudou muito. Meus pais saem na rua e as pessoas dizem que me viram na TV. Sem dúvida, é muito bom para mim – concluiu.
Futebol/Campeonato Paulista - ( A tensão no Corinthians aumenta cada vez mais. Depois da eliminação na pré-Libertadores e de dois dias de protestos, a situação piorou neste sábado. No treinamento da manhã, véspera de clássico contra o Palmeiras, os jogadores foram recebidos pelos torcedores com um ataque com milho de pipoca (fazendo alusão ao time "pipoqueiro"), pedras e bambus. Bombas caseiras explodiram no local, pouco depois.
Veja as fotos do ataque da torcida do Corinthians na entrada do CT Joaquim Grava
Cerca de 300 torcedores se mobilizaram e percorreram a Rodovia Ayrton Senna em ônibus alugados, motocicletas e automóveis - havia menos de 20 protestantes na sexta-feira. O policiamento, ao contrário, diminuiu. Quando o ônibus que trazia os jogadores chegou perto do portão principal do centro de treinamento, os manifestantes arremessaram pedras, bateram com bambus e jogaram milho contra a lataria e as janelas do veículo.
Em uma das faixas penduradas pela torcida na frente do CT, lia-se: "Ronaldo aposentado, o Timão não é INSS", "Roberto Carlos cagão" e "Tite burro, fora!". A diretoria também não foi perdoada, já que as organizadas se rebelaram contra a atenção excessiva dada ao departamento de marketing, em oposição ao futebol. Destacavam-se os cartazes: "R$ 500 para ver esse lixo de futebol?", "Ingresso R$ 50. Futebol R$ 1,99".
No momento em que o time entrava no CT, a torcida ainda mandou um recado ao presidente Andrés Sanchez. "Alô Andrés, preste atenção, o Ronaldo não é homem pra jogar no Coringão!", gritaram os manifestantes, antes de a saída do mandatário e de "sua corja" ser exigida. Sanchez é membro das organizadas do clube e, até então, mantinha bom relacionamento com as facções.
Além de Ronaldo, Roberto Carlos, Tite e o presidente, grande parte do time foi criticada, com faixas com os dizeres: "Elenco safado e baladeiro". Os únicos jogadores poupados pela torcida foram o goleiro Julio César, o lateral direito Alessandro e o atacante Jorge Henrique. "O resto é c...!", entoaram os corintianos.
Diante de tamanha confusão, o policiamento foi reforçado para que o Corinthians pudesse deixar o CT Joaquim Grava depois de treinar, refugiado na academia. O Batalhão de Choque da PM chegou ao local e permitiu que os atletas saíssem com destino à concentração sem enfrentar a mesma violência de antes.
Torcida recebe Corinthians no CT com milho, pedras e bombas
Helder Júnior São Paulo (SP)
Cerca de 300 torcedores se mobilizaram e percorreram a Rodovia Ayrton Senna em ônibus alugados, motocicletas e automóveis - havia menos de 20 protestantes na sexta-feira. O policiamento, ao contrário, diminuiu. Quando o ônibus que trazia os jogadores chegou perto do portão principal do centro de treinamento, os manifestantes arremessaram pedras, bateram com bambus e jogaram milho contra a lataria e as janelas do veículo.
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
A Polícia Militar (PM) tentou amenizar a situação e iniciou confronto, tentando afastar os torcedores com bombas de efeito moral e tiros de borracha. A resposta veio com mais pedras, explosões de bombas caseiras e muito corre-corre. Além de promover o tumulto na entrada do CT, os torcedores entoaram diversos gritos de protesto e estenderam faixas para reclamar do time. Novamente, o principal alvo de críticas foi o atacante Ronaldo, que ainda não marcou na temporada e está fora do duelo contra o Palmeiras, neste domingo, supostamente por ter sofrido uma lesão muscular na coxa direita.O ônibus do Corinthians entra no CT Joaquim Grava escoltado, momentos antes do ataque dos torcedores
Em uma das faixas penduradas pela torcida na frente do CT, lia-se: "Ronaldo aposentado, o Timão não é INSS", "Roberto Carlos cagão" e "Tite burro, fora!". A diretoria também não foi perdoada, já que as organizadas se rebelaram contra a atenção excessiva dada ao departamento de marketing, em oposição ao futebol. Destacavam-se os cartazes: "R$ 500 para ver esse lixo de futebol?", "Ingresso R$ 50. Futebol R$ 1,99".
No momento em que o time entrava no CT, a torcida ainda mandou um recado ao presidente Andrés Sanchez. "Alô Andrés, preste atenção, o Ronaldo não é homem pra jogar no Coringão!", gritaram os manifestantes, antes de a saída do mandatário e de "sua corja" ser exigida. Sanchez é membro das organizadas do clube e, até então, mantinha bom relacionamento com as facções.
Além de Ronaldo, Roberto Carlos, Tite e o presidente, grande parte do time foi criticada, com faixas com os dizeres: "Elenco safado e baladeiro". Os únicos jogadores poupados pela torcida foram o goleiro Julio César, o lateral direito Alessandro e o atacante Jorge Henrique. "O resto é c...!", entoaram os corintianos.
Diante de tamanha confusão, o policiamento foi reforçado para que o Corinthians pudesse deixar o CT Joaquim Grava depois de treinar, refugiado na academia. O Batalhão de Choque da PM chegou ao local e permitiu que os atletas saíssem com destino à concentração sem enfrentar a mesma violência de antes.
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